Setor hoteleiro

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  • Publicado : 16 de agosto de 2012
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Muitos sacoleiros e turistas em viagens para o Paraguai se arriscam em ônibus de turismo fretados com intuito de fazerem compras, mas poucos se dão conta que entre eles se misturam verdadeiros sonegadores e empresários do contrabando que fazem fortunas por este meio criminoso. De fato, esses empresários se utilizam de laranjas que nada mais são do que pessoas de baixa renda que reside nas regiõespróximas a Fronteira entre a cidade de Foz do Iguaçu no Brasil com cidade Del Leste no Paraguai, sendo eles paraguaios e brasileiros. Isso quer dizer que os laranjas recebem certa quantia em dinheiro para assumirem a passagem dessas mercadorias, seja de carro ou vans, caminhões ou barcos e até mesmo aeronaves e fazem dessa prática um verdadeiro comércio criminoso; Ao arrepio da lei praticamreiteradas vezes crimes das mais várias espécies, entre os primeiros, estão justamente aqueles que muito pouco as autoridades conseguem provas em razão dessa utilização em massa de pessoas, entre eles estão o de colarinho branco, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, etc. Tal fato criminoso incide na razão de que fortunas são remetidas todos os dias via doleiros do Brasil para o Paraguai, assim como,valores em dólares e reais superiores ao limite de divisa. Portanto, não se trata friamente de crime fiscal como a Justiça vem entendendo, porque por trás do descaminho, existem praticas de outros crimes que muito pouco é revelado pela justiça diante da dificuldade de se fazer prova. Assim, entre os sacoleiros estão os empresários do crime que por trás dos laranjas se misturam a aqueles comquantidade de mercadorias reduzidas, mas que lá na frente longe das barreiras alfandegárias se fundiram tornando uma quantidade só de valores capazes de checar a ordem de 5 milhões de reais em uma só viajem. Entre as mercadorias preferidas estão eletrônicos, peças de informática, cigarros, bebidas, relógios, armas e drogas. É claro que um esquema desta natureza não se firma somente desta forma, masatravés da corrupção das autoridades de fronteiras, alfândegas e principalmente nas rodovias que apóiam e protegem a logística criminosa. Destarte, sacoleiro e “sacoleiro” no mundo da importação ilegal do contrabando nem sempre são iguais e a justiça deve fazer está distinção o quanto antes, sob pena de ferirmos o princípio da isonomia constitucional porque os desiguais devem ser tratados comodesiguais; responder o sacoleiro pelo crime descaminho (art.334 do CP) e o laranja do contrabandista ou empresário que também comete outros crimes nós sou bastante irracional. De fato este assunto é muito pouco combatido pelas Autoridades, mas de bastante relevância para sociedade. O Brasil precisa urgentemente parar de andar na contramão de direção e discutir os textos junto com a opinião púbico já quenossos congressistas não estão muito interessados no assunto. Temos a diante a Reforma do Código Penal e uma grande oportunidade de modificar o texto do artigo 334 não só em razão da jurisprudência que vem dando conotação fiscal ao crime descaminho, com também, diante da necessidade de tutelar de outros. Muitos sacoleiros e turistas em viagens para o Paraguai se arriscam em ônibus de turismofretados com intuito de fazerem compras, mas poucos se dão conta que entre eles se misturam verdadeiros sonegadores e empresários do contrabando que fazem fortunas por este meio criminoso. De fato, esses empresários se utilizam de laranjas que nada mais são do que pessoas de baixa renda que reside nas regiões próximas a Fronteira entre a cidade de Foz do Iguaçu no Brasil com cidade Del Leste noParaguai, sendo eles paraguaios e brasileiros. Isso quer dizer que os laranjas recebem certa quantia em dinheiro para assumirem a passagem dessas mercadorias, seja de carro ou vans, caminhões ou barcos e até mesmo aeronaves e fazem dessa prática um verdadeiro comércio criminoso; Ao arrepio da lei praticam reiteradas vezes crimes das mais várias espécies, entre os primeiros, estão justamente aqueles...
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