Serial killer - luis alfredo garavito

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  • Publicado : 19 de setembro de 2012
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Luis Alfredo Garavito Cubillos. Nasceu em Génova cidade colombiana, em 25 de Janeiro de 1957, era o mais velho de sete crianças. Foi repetidamente espancado pelo pai e violentado por dois vizinhos. Garavito também era alcoólatra grave, além de ter sido tratado por depressão e tendências suicidas. Declarou ter cometido à maioria dos crimes enquanto bêbado. Estudou somente por cinco anos, saiu decasa aos dezesseis anos.
Garavito nunca constituiu uma família nos moldes normalmente aceitos, ao contrário, viveu sob o mesmo teto com duas mulheres e os dois filhos destas (frutos de outros relacionamentos), sem nunca ter tido qualquer tipo de relação com estas ou seus filhos. Viviam num relacionamento familiar, com certo respeito e afeto. No entanto, a aparente estabilidade se esvaía quandose embriagava, chegando a agredir as mulheres, embora não admita que tenha alguma vez tocado nas crianças ou as molestado de qualquer forma.
Nos anos noventa, sua sociopatia o impedia de manter-se com sua pseudo-família, por isso optou por uma vida de vendedor andarilho, tendo percorrido cinco vezes todo o país e passado por 69 municípios, dos quais cometera seus crimes em trinta e três deles.Limitava-se a vender estampas do Papa João Paulo II e do Niño del 20 de Julio (imagem de Jesus muito venerada na Colômbia). Não é muito difícil correlacionar os atos monstruosos com a veneração de Garavito por El Niño del 20 de Julio, pois seus surtos maníacos parecem ter formado uma paradoxo de amor e ódio por meninos; um sentimento de veneração que o impelia a querer contato físico, substituídoviolentamente por um sentimento de repulsa pelo ato cometido. Neste momento transferia toda a sua culpa para a criança (por ter permitido ou o induzido). A partir daí infringia ao menino em seu poder a mais violenta agressão. Não se contentando apenas com a morte, mas sendo necessária a mutilação dos corpos.
Na idade adulta, passou por vários trabalhos, sendo a maioria como vendedor em pequenaslojas. Tinha o vício de embriagar-se e, nesta situação, tornava-se extremamente violento com seus companheiros de trabalho e afrontava seus chefes. Desta maneira, pouco pôde se fixar em um emprego, embora, numa tentativa de tornar-se uma pessoa normal, submetera-se a tratamento psiquiátrico pelo Seguro Social (uma espécie de Previdência Social, na Colômbia) durante cinco anos.
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Iniciada suacarreira criminal, seus métodos de ataque se mantiveram inalterados. De pouca criatividade, sem grandes cuidados ou previsões, seus atos foram encobertos por uma coleção de circunstâncias características de interiores pobres. Seu modus operandi seguia-se sempre da mesma forma: ao chegar a determinado lugar escolhia sua vítima, normalmente crianças de 8 a 16 anos de baixo nível sócio-econômico,pequenos trabalhadores agrícolas ou urbanos, alunos de escolas locais, escolhidos dentre aqueles meninos que tivessem uma aparência agradável. A abordagem era feita em praças, parques infantis, terminais de ônibus, feiras ou bairros marginais. Fazia parte de sua tática, iniciar uma conversa com a criança, oferecer-lhe algum dinheiro e depois convidar a caminhar. Enquanto caminhava procurava seembriagar com conhaque ou  aguardente, isto fazia com que tomasse coragem para seu próximo ato e, talvez, lhe antecipasse uma justificativa ou motivo para o que ia fazer, reduzindo-lhe a culpa. Quando a criança começava a ficar cansada de andar e querendo retornar, Garavito já estava pronto para o ataque, sempre em um campo despovoado. Dominando a criança amarrava suas mãos e a violentava. Sexualmentesatisfeito, sobrevinha sua culpa a qual era imediatamente transferida para a criança, sendo esta esmurrada fortemente no rosto, estômago, peito, rins; quebrava-lhe as mãos com fortes pisadas e se arremessava encima do peito para quebrar-lhes as costelas. Logo, atingia seu clímax de fúria e sacava uma faca, com a qual lhe cortava os dedos, as mãos, os olhos e as orelhas. Por fim, a degolava. Após...
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