Semana da arte moderna de 1922

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Aluna: Elen Samanta da costa varanda.

TRABALHO
DE
PORTUGUÊS

Paranã-TO, 18 de março de 2013.

Escola: Estadual desembargador Virgilio de melo franco.
Aluna: Elen Samanta da costa varanda.
Professor: Bruno.
Série: 3 ano “2”.
Disciplina: Português.

ARTE
Moderna de(1922)
(Esta pesquisa foi elaborada pela aluna: Elen Samanta à
Disciplina de língua portuguesa, ministrada pelo
Professor: Bruno).

Paranã-to, 18 de março de 2013.SUMÁRIO:
* Capa-----------------------01
* Contracapa--------------02
* Sumário ------------------03
* Introdução --------------04
* Desenvolvimento----- 05 a 07
*Conclusão---------------08
* Bibliografia------------09




Introdução:
Este trabalho irá relatar um dos principais temas da arte moderna, que por fato ocorreu em 1922. Esta também foi de principal objetivo, pois, o seu foco eravoltado para as tendências artísticas que já estavam sendo vigorada na EUROPA. DI CAVALCANTTI foi de tremenda importância, pois ele era idealizador deste evento artístico e cultural. Este evento era de uma renovação de linguagem, liberdade e a ruptura com o passado.SEMANA DA ARTE MODERNA (1922)

A Semana de Arte Moderna ocorreu no Teatro Municipal de SÃO PAULO, em 1922, tendo como objetivo mostrar as novas tendências artísticas que já vigoravam na Europa. Esta nova forma de expressão não foi compreendida pela elite paulista, que era influenciada pelas formas estéticas européias mais conservadoras. O idealizador deste eventoartístico e cultural foi o pintor Di CAVALCANTI.
Arte moderna, semana de evento de 1922 que representa uma renovação de linguagem, a busca de experimentação, a liberdade criadora e a ruptura com o passado.
Oficialmente, o movimento modernista irrompe, no Brasil, com a semana da arte moderna que, em de três festivais realizado no teatro municipal de SÃO PAULO, apresenta novas idéiasartísticas. A nova poesia através da declamação. A nova música por meio de concertos. A nova arte plástica exibida em telas, esculturas e maquetes de arquitetura. O adjetivo "novo”, marcando todas estas manifestações, propunha algo a ser recebido com curiosidade ou interesse.
Não foi assim. Na principal noite da semana, a segunda enquanto, MENOTTI DEL PICCHIA expunha as linhas e objetivos do movimentoe MARIO DE ANDRADE recitava sua PAULICÉIA DESVAIRADA, inclusive a ODE AO BURGUÊS, a vaia era tão grande que não se ouvia, do palco, o que PAULO PRADO gritava da primeira fila da platéia. O mesmo aconteceu com os sapos, de MANOEL BANDEIRA que criticava o parnasianismo. Sob um couro de relinchos e miados, gente latindo como cachorro ou cantando como galo, SERGIO MILLET nem conseguiu falar. OSWALD DEANDRADE debochou do fato, afirmando que, naquela ocasião, revelaram-se "algumas vocações da terra nova e galinha d´angola muito aproveitáveis".
A semana era o ápice, ruidoso e espetacular de uma não menos ruidosa e provocativa tomada de posição de jovens intelectuais e paulistas contra as práticas artísticas dominantes no país. Práticas que, embora aceitas e mantidas, mostravam esgotadas...
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