Secagem da madeira

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JÉSSICA ALINE BUENO



















SECAGEM MADEIRA DE CABREÚVA-VERMELHA –
Myroxylon balsamum (L) Harm




































CURITIBA
2012
JÉSSICA ALINE BUENO



















SECAGEM MADEIRA DE CABREÚVA-VERMELHA –
Myroxylon balsamum (L) HarmTrabalho realizado à disciplina de Secagem da Madeira 1 – AT098 do Curso de Engenharia Industrial Madeireira do Setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná.
Prof. Dr. Ricardo J. Klitzke


















CURITIBA
2012
INTRODUÇÃO


A Cabreúva-vermelha (Myroxylon balsamum) é umaárvore da família das leguminosas, cuja subfamília é a papilionoídea. Sua ocorrência vai do México à Amazônia e ao Norte da Argentina, sendo cultivada ou explorada pela madeira dura e resistente e para a produção do bálsamo-de-tolu, uma resina, semifluida ou quase sólida, marrom-avermelhada ou marrom-amarelada, aromática, obtida por lesão da árvore, muito utilizada em perfumaria, confeitaria e nafabricação de gomas de mascar, bem como ingrediente e veículo expectorante, em veterinária e farmácia. Possui folíolos ovados, flores alvas em racemos, e sâmaras de tom amarelo-pardacento, aromáticas.
Árvores com altura muito variável, de 5 a 20 m. São comuns fustes com 12 m e 50 cm de diâmetro. O aparecimento de sapopemas basais é comum.
Sua casca rugosa apresenta lenticelas grandes ecoloração cinzento-clara ou pardo-amarelada.
Sobre suas propriedades fisico-mecânicas diz-se que é uma madeira pesada e classificada como de baixa retratibilidade volumétrica; com resistência mecânica e massa específica altas.
Entre os vários nomes que á conhecida estão Óleo-vermelho, Cabreuva, Bálsamo; á chamada na Amazônia, Pau-vermelho, Caboreía-vermelha; na Bahia é Bálsamo-caboriba,Pau-de-bálsamo, Sangue-de-gato e Puá.

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1. DESENVOLVIMENTO


1. PROPRIEDADES GERAIS E ANATÔMICAS


Com o parênquima axial com pouco contraste, este visível apenas sob lente, paratraqueal escasso vasicêntrico, ocasionalmente aliforme com extensões muito curtas, em algumas espécies reúne de 2 a 3 poros em arranjos oblíquos; marginal ocasionalmente presente em finas linhastangenciais, usualmente interrompidas; cristais poucos, solitários. Poros/vasos pouco notados a olho nu; numerosos, 20 a 40 por mm2; solitários em pequena maioria e múltiplos 2 a 4; pequenos a médios, 70 a 160 m m de diâmetro tangencial; placa de perfuração simples; pontuações intervasculares, areoladas, em disposição altema e muito pequenas, diâmetro de 3 a 4 mm, guarnecidas; óleo-resinaavermelhado abundante, freqüentemente observam-se alguns vasos com substância branca. Raios no topo, muito finos, muito numerosos, regularmente espaçados, distintos só sob lente, a face tangencial, pouco visíveis mesmo sob lente, em disposição estratificada, notada a olho nu; pouco contrastados na face radial; hoterocelulares; 1 a 3 células, geralmente predominando os de 2 a 3 células de largura;numerosos, 9 a 11 por mm; geralmente com 10 a 15 células de altura; pontuações radiovasculares do mesmo tipo das intervasculares; óleo-resina avermelhada presente; pequenos cristais presentes nas células marginais. Estratificação presente, regular e completa de todos os elementos, 4 por mm. Camadas de crescimento indistintas; quando presentes, demarcadas por zonas escuras, às vezes pelas linhas doparênquima marginal.


Algumas características importantes:

• Cerne/alburno: distintos; Espessura do alburno: 1,0 cm a 4,0 cm;
• Cor do cerne: vermelho-escuro a vermelho-fraco (10R 3/6 a 10R 5/4);
• Cor do alburno: amarelo-pálido (2,5Y 8/4);
• Camadas de crescimento: pouco distintas;
• Grã: direita a revessa;
• Textura: média, tendendo a fina;
• Figura...
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