Saude ambiental

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  • Publicado : 4 de abril de 2013
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O buraco na camada de Ozônio e os prejuízos ambientais



A camada de ozônio é o “protetor solar” natural da Terra. Observe a coloração azulada do buraco localizado sobre a Antártida, no polo sul
A camada de ozônio protege a Terra contra os efeitos nocivos da radiação solar, absorvendo os raios ultravioletas (UV) irradiados pelo Sol, que é prejudicial aos animais e vegetais que aquivivem, pois eles podem causar danos na pele, como câncer; nos olhos, como a catarata; e também alterar o funcionamento celular das plantas. A camada funciona como um “protetor solar” natural e sem ela não existiria os seres vivos.
Essa camada é composta pelo gás ozônio (O3), um gás rarefeito que reage facilmente com outros compostos químicos, principalmente com o cloro. Está localizada na camadaatmosférica chamada estratosfera, cerca de 20 a 35 quilômetros da superfície terrestre.
O buraco na camada de ozônio é um processo que ocorre normalmente na Terra durante certas épocas do ano e que depois desaparece. A ocorrência do buraco é nas regiões polares do Ártico e Antártida, já que o frio facilita a transformação química dos elementos que reagem com o ozônio.
Mas nas últimas décadas esseburaco aumentou e começou a não desaparecer, isso porque o ser humano intensificou o aumento desse buraco através da produção exagerada de gases poluentes na atmosfera. O exemplo mais comum de gás poluente é o gás CFC (clorofluorcarbono), que reage facilmente com o ozônio (O3), que foi muito utilizado na indústria em geladeira, freezer e spray aerossol.
Hoje ocorre no mundo todo um processo desubstituição desse gás CFC e de outros gases poluentes da atmosfera terrestre na tentativa de reduzir o tamanho do buraco na camada de ozônio e, dessa forma, proteger os seres vivos das ações nocivas da radiação ultravioleta.

O buraco na camada de Ozônio sobre a Antártida em 2012 foi o menor observado na última década, segundo mostram as observações feitas pelo satélite europeu MetOp. Issoaconteceu, segundo a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), devido a temperaturas menos frias na região.
 
É que a destruição da camada protetora da Terra é mais severa na Antártida do que no polo Norte devido à velocidade dos ventos da região, que criam uma alta rotação de ar frio e baixam drasticamente a temperatura. Sob estas condições, os clorofluorocarbonetos (CFC) produzidos eemitidos pelo homem  têm um efeito mais forte sobre a camada de Ozônio, abrindo um buraco nela.
Sobre o Ártico, o efeito é mais ameno porque as massas de ar irregulares e as montanhas do hemisfério Norte, geralmente, impedem o acúmulo de fortes ventos na região.
 
A destruição da camada começou a crescer a partir da década de 1980, principalmente durante a primavera do hemisfério Sul, que ocorre desetembro a novembro, resultando na queda de 70% da concentração de ozônio que protegem as calotas polares. 
De acordo com a ESA, a evolução da camada de Ozônio é afetada pela interação entre a química da atmosfera do planeta e sua dinâmica climática, como ventos e temperatura. São essas condições climáticas e atmosféricas que mantêm ou não a camada protegida naturalmente. 
Unidades Dobson
Acamada de ozônio é medida através de Unidades Dobson (DU) e é calculada medindo-se a área e a profundidade da camada em determinada região. Um buraco é definido quando os níveis na região avaliada situam-se abaixo de 220 unidades Dobson. A unidade descreve a espessura da camada de ozônio contida em uma coluna diretamente acima de um ponto qualquer, a 0ºC e sob a pressão de uma atmosfera. Um valor de300 Unidades Dobson equivale a uma camada de ozônio de 3 milímetros de espessura.

Buraco na Camada
O buraco na camada de ozônio é um fenômeno que ocorre na região da Antártida somente entre agosto e início de novembro durante a primavera no hemisfério sul e apesar do nome, não se trata propriamente de um "buraco" e sim a de um afinamento da espessura (rarefação) da ozonosfera, localizada entre...
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