Santo Agostinho

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Santo Agostinho (354-430)
Aurélio Agostinho, filho de Mônica de Hipona e Patrícius Aurélio nasceu em 13 de novembro de 354 d.C em Tagasta na cidade de NumÍdia localizada na África Romana, Agostinho viveu com uma mulher cujo o nome se desconhece com quem teve um filho Adeodato. Seu pai, Patrícius era pagão e sua mãe Mônica, pelo contrário, era uma cristã fervorosa, e exercia sobre o filho umanotável influência religiosa.
Agostinho quando completou dezessete anos, seu pai Patricius foi aconselhado a enviar seu filho para cartago uma cidade politica e universitaria no norte da africa.
Agostinho foi um homem culto, santo em suas ações, humano com os demais, pregava a fé e a bondade, a humildade e a caridade independente de religiões ou credos. Ele acreditava na grandeza de todos oshomens independente de sua crença. Sua profunda cultura humanista tornou-se sensivel aos grandes temas que preocupavam o ser humano: O bem e o mal, a liberdade, o destino humano, a historia e sobre tudo o dilema entre fé e razão.
Razão
É a capacidade da mente humana que permite chegar a conclusões a partir de suposições ou premissas. É, entre outros, um dos meios pelo qual os seres racionais propõemrazões ou explicações para causa e efeito. A razão é particularmente associada à natureza humana ao que é único e definidor do ser humano. A razão permite identificar e operar conceitos em abstração, resolver problemas, encontrar coerência ou contradição entre eles e, assim, descartar ou formar novos conceitos, de uma forma ordenada e, geralmente, orientada para objectivos. Inclui raciocinar,apreender, compreender, ponderar e julgar, por vezes usada como sinónimo de inteligência. Como uma forma de chegar a conclusões, é frequentemente contraposta não só com o modo como os animais não-humanos parecem tomar decisões, mas também com a tomada de decisões baseada na autoridade, na intuição, na emoção, na superstição ou na fé. A razão é considerada pelos racionalistas a forma mais fiável dedescobrir o que é verdadeiro ou melhor. A forma exacta como a razão difere da emoção, fé e tradição é controversa, dado que as três são consideradas potencialmente racionais, e, em simultâneo, pontencialmente em conflito com a razão. A principal diferença entre a razão e outras formas de consciência está na explicação: o pensamento é tanto mais racional quanto mais conscientemente for pensado, deforma que possa ser expresso numa linguagem
A razão, entendida como diálogo, não tem um conteúdo eventual, mas permanente, o conhecimento de si mesma e das essências das coisas, do universal. A razão socrática é o método que permite, pelo diálogo, proposição da tese, crítica da tese ou antítese, chegar à síntese, a essência descoberta em comum, ao termo da controvérsia A razão, como capacidade emdesempenhar raciocínio, disposta em diferentes graduações dentro do número de espécies competentes a desenvolvê-la, encontra no ser humano o ápice de sua manifestação.
Princípio ou fundamento, a razão pela qual as coisas são como são ou ocorrem os fatos desta ou daquela maneira.
A razão não é uma instância transcendente, dada de uma vez por todas, mas um processo que se desdobra ou realiza aolongo do tempo. Dir-se-ia que, assim como o homem é a história do homem, a razão é a história da razão
Depois da conversão, Agostinho abandona Milão, e, falecida a mãe em Óstia, volta para Tagasta. Continuou as leituras e a busca por algo que preenchesse o vazio de sua alma e lhe desse paz, aí vendeu todos os haveres onde um dia encontrou um medigo e viu que era possivel ser feliz e encontrara apaz mesmo sem ter nada, distribuído o dinheiro entre os pobres,onde fundou um mosteiro para a realização da leitura da biblia. Dada, porém, a mentalidade agostiniana, em que a filosofia e a teologia andam juntas, compreende-se que interessam à filosofia também as obras teológicas e religiosas, especialmente a fé.

Ter fé é crer firmemente em algo, sem ter em mãos nenhuma evidência de que seja...
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