Saneamento basico

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SANEAMENTO BÁSICO


Trabalho de Gestão Ambiental apresentado como requisito para complementação de notas no curso de Bacharel em administração, sob a orientação do Prof. Wender Nunes.

Uruaçu-Go
Novembro/2012
INTRODUÇÃO
No presente trabalho, será apresentado sobre os recursos utilizados para o saneamento básico no Brasil e quais estados possuem esse tratamento, através de dadosdisponíveis. Será apresentado também às vantagens e desvantagens sobre esse processo e qual a participação da população sobre tal importância. O constante desgaste do planeta tem apresentado forte índice e o grande impacto sobre isso é o efeito estufa. Dados revelam que o saneamento básico, pode diminuir consideravelmente nos gastos do governo com a “saúde publica”, assim podendo investir nessa áreaque esta cada vez mais precária.

Saneamento Básico no Brasil
Segundo o site do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgado em Junho 2012, mostra que quase um quarto (23%) dos municípios brasileiros foram afetados por racionamentos de água em 2008 e que em 58,2% das cidades o abastecimento de água é feito por entidades não-governamentais. Segundo o documento, a existênciade instrumento regulador do sistema de esgotamento sanitário ainda é incipiente em todas as regiões brasileiras.
* Na Região Sudeste, apenas 30% dos municípios detêm leis para regular a questão do saneamento. No Norte, o percentual cai para menos de 5%. Em 41% dos municípios afetados por racionamentos, a falta de desabastecimento é fator constante - entre os motivos, predominam a seca ou aestiagem. Desses - são 528 cidades -, 396 (75%) ficam na região Nordeste.
"A distribuição de água tem melhorado no país, é importante salientar isso. Mas o racionamento ainda é um problema sério em muitos municípios, principalmente na região do semiárido", diz o pesquisador do IBGE José Guilherme Cardoso Mendes, lembrando que o Brasil é o país com a maior quantidade de recursos hídricos do mundo. "Éum contra-senso".
De acordo com o Atlas, somente 17% das prefeituras do país fornecem água à população de forma exclusiva. Menos de 10% dos municípios das regiões Norte e Nordeste têm algum órgão responsável pelo serviço de esgotamento sanitário. Em 70% dos municípios com algum órgão responsável pelo esgotamento sanitário, as prefeituras fazem também o manejo do lixo, à exceção da Região Sudeste.“Em tese, as regiões metropolitanas são grupos de municípios que têm uma identidade política e nível de desenvolvimento e urbanização semelhantes. Mas ao ver os dados identificamos cidades com baixíssima presença de instrumentos de gestão e outras com legislação municipal específica sobre o assunto e uma política de saneamento bem definida”, afirma a pesquisadora do projeto, Daniela SantosBarreto.
A falta de órgãos reguladores é um dos principais motivos do racionamento. Pernambuco, por exemplo, é o Estado com o maior número de municípios (111) que informaram ter desabastecimentos constantes.
"Núcleos de desertificação existem no Nordeste. O que chamou a atenção foi o número de casos na região Norte, provavelmente provocados pelo avanço do desmatamento e problemas climáticos", afirmao pesquisador Mendes. O IBGE também mostra, por outro lado, que se perde muita água no país em função de vazamentos entre a captação e a chegada ao consumidor, especialmente nas grandes cidades. Entre aquelas com mais de 100 mil habitantes, 60% apresentaram de 20% a 50% de perda. Já nas cidades com população inferior a 100 mil, a perda fica em torno de 20%. O volume diário de água distribuída percapita no país foi de 0,32 metros cúbicos em 2008, correspondente a 320 litros, um aumento de 0,12 metros cúbicos em relação a 1989.
O Atlas do Saneamento mostra também que a cobrança pelos serviços de saneamento básico ocorre em mais de 70% dos municípios da Região Sul. Já a cobrança pelo serviço de manejo de resíduos sólidos é bastante significativa na Região Sudeste, à exceção das cidades...
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