Sagarana

1151 palavras 5 páginas
Foco narrativo: terceira pessoa.
Enredo: Sete-de-ouros, um burrinho já idoso, é escolhido para servir de montaria num transporte de gado.
Um dos vaqueiros, Silvino, está com ódio de Badu, que anda namorando a moça de quem Silvino gostava.
Corre o boato, entre os vaqueiros, de que Silvino pretende vingar-se do rival.
De fato, Silvino atiça um touro e o faz investir contra Badu, que, porém, consegue dominá-lo.
Os vaqueiros continuam murmurando que Silvino vai matar Badu. A caminho de volta, este, bêbado, é o último a sair do bar e tem de montar no burro.

Anoitece e Silvino revela a seu irmão o plano de morte. Contudo, na travessia do Córrego da Fome, que pela cheia transformara-se em rio perigoso, vaqueiros e cavalos se afogam.
Salvam-se apenas Badu e Francolim, um montado e outro pendurado no rabo do burrinho.
Sete-de-Ouros, burro velho e desacreditado, personifica a cautela, a prudência e a muito mineira noção de que não vale a pena lutar contra a correnteza, se o que se pretende é a travessia.
Foco narrativo: terceira pessoa
Enredo:Turíbio Todo é um capiau, um seleiro papudo, vagabundo, vingativo e mau, nas palavras do narrador.
Sua mulher, dona Silvana, também não parece ser pessoa virtuosa: trai o marido com o ex-militar Cassiano Gomes.
Turíbio, voltando de uma pescaria, surpreende a esposa com o amante: ‘veio encontrá-la em pleno (...) adultério, no mais doce, dado e descuidoso dos idílios fraudulentos’.
Turíbio trama a morte do militar mas a bala destinada a matar Cassiano não acerta o adúltero, mas sim seu irmão inocente, Levindo Gomes.
Inicia-se aí uma segunda vingança: não mais um marido buscando o amante da esposa, mas um homem – Cassiano – buscando o assassino do irmão.
Turíbio refugia-se no sertão e passa de perseguidor a perseguido (por Cassiano).
Durante meses ambos travem um ‘duelo’ no sertão e, às vezes, passam tão perto um do outro que quase se encontram.
Turíbio sabe que Cassiano sofre do coração. Procura, então, escapar à

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