Saúde mental

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Saúde ou doença metal: a questão da normalidade

Sofrimento psíquico - Sentimento decorrentes de situações difíceis – ex.: perda de alguém.

Necessidade de ajuda para superação do sofrimento
Processo de busca pela organização pessoal com equilíbrio de retorno às atividades / rotinas diárias – grupos de apoio, família, grupo de amigos, trabalho, ajuda psicoterápica para compreensão dosconteúdos internos visando reorganização pessoal, valores, projetos de vida, aprender a conviver com perdas, frustrações, descobrir outras fontes de gratificação na relação com o mundo.

A avaliação do sofrimento psíquico;
• É feita pelo próprio indivíduo em relação a si e sua estrutura psicológica e não a adaptação social.

• Embora o sofrimento psicológico possa levar a desadaptação sociale determinar distúrbio psíquico não se pode estabelecer uma relação de causa e efeito entre ambos.

• Questiona-se a utilização de critérios de adequação social para a avaliação psicológica do individuo enquanto normal ou doente.

A Doença Mental

Deve ser considerada como produto de interação das condições de vida social com a trajetória específica do indivíduo e sua estruturapsíquica. (sua família e os demais grupos de experiências significativas).

As condições externas e influências na questão da doença mental:
• Poluição sonora e visual intensa;
• Condições de trabalho estressantes;
• Trânsito caótico;
• Índices de criminalidade
• Excesso de apelo ao consumo;
• Perda de ente querido.

A diversidade de teorias sobre a loucura: poucascertezas.

Michel Foucault (1926 – 1984) Pesquisou documentos (discursos) encontrados em arquivos de prisões, hospitais e hospícios. Efetuou registros por períodos históricos.

No Renascimento (Séc. 16)
O louco vivia solto, errante, expulso das cidades, entregue aos peregrinos e navegantes.

A Loucura significava: ignorância, ilusão, desregramento de conduta, desvio moral, toma o erro comverdade, oposição a razão.

** No Renascimento e Idade Média Eram raros os casos de internação ou se ocorriam tratamento era igual aos demais doentes (sangrias, purgações, ventosas, banhos).

A Psiquiatria Clássica:
Considera os sintomas como sinal de um distúrbio orgânico. Isto é, doença mental e como doença cerebral. Sua origem é endógena, dentro do organismo, e refere-se a alguma lesão denatureza anatômica ou distúrbio fisiológico cerebral.

A contribuição da Psicanálise:
Para a Psicanálise, o que distingue o normal do anormal é uma questão de grau e não de natureza, Isto é, nos indivíduos “normais” e nos “anormais” existe as mesmas estruturas de personalidade e de conteúdos, que, se mais ou menos “ativadas”, são responsáveis pelos distúrbios no individuo. Essas são asestruturas neuróticas e psicóticas.

Freud tomou a terminologia da Psiquiatria clássica do século 19 e definiu os quadros clínicos assim:

Neurose – “os sintomas (distúrbios de comportamento, das idéias e dos sentimentos) são a expressão simbólica de um conflito psíquico que tem suas raízes na história infantil do individuo”.

As neuroses podem ser subdivididas em:
• Neuroseobsessiva – esse tipo de conflito psíquico leva a comportamentos compulsivos (por exemplo, lavar as mãos com freqüência não usual); ter ideais obsedantes, por exemplo, de que alguém pode estar perseguindo-o e, ao mesmo tempo, ocorre uma luta contra esse pensamentos e dúvidas quanto ao que faz ou fez.
• Neurose fóbica ou histeria de angustia - a angustia é fixada, de modo mais ou menosestável, num objeto exterior, isto é, o sintoma central é a fobia, o medo. Medo de altura. Medo de animais, medo de ficar sozinho, etc.

• Neurose histérica ou histeria de conversão – o conflito psíquico simboliza-se nos sintomas corporais de modo ocasional, isto é, como crises. Por exemplo, crise de choro com teatralidade, ou sintomas que se apresentam de modo duradouro, como a...
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