Rousseau, Hobbes e Locke

565 palavras 3 páginas
Thomas Hobbes, Jean Jacques Rousseau e John Locke.

Quando estudamos os autores contratualistas, encontramos diferentes opiniões referentes ao estado de natureza do homem, o conceito de liberdade, homem e igualdade. Hobbes parte de uma antropologia negativa baseada no excesso de liberdade. Nas ideais apresentadas na obra “Leviatã”, Hobbes explica que a natureza original do homem é a maldade, este tem desejos ruins ao próximo. E isto acontece, explica Hobbes, porque todos podem tudo por isso todos estão em guerra. O homem é o lobo do homem, ou seja, os próprios homens destroem uns aos outros. A base do pensamento de Hobbes é que a vontade humana precisa ser contida, logo, sugere um novo contrato que coloque ordem naquele caos. Abrimos mão da nossa liberdade e a damos para o Estado. Hobbes diz que o Estado forte é o Estado absoluto, como da para perceber, Hobbes é defensor do absolutismo. O Direito e a moral são prescritos pelo Estado que vai distinguir o bem e o mal. No entanto, Rousseau parte de uma antropologia positiva. O homem nasce bom, o que o estraga é a sociedade, o Estado. Rousseau rejeitou as ideias de Hobbes, e também acreditava em um estado natural dos humanos anterior às instituições, ou seja, anterior ao Estado. A chave do pensamento de Rousseau é a liberdade, este desejava maior liberdade para todos os homens. Insistia na liberdade de ação e pensamento desde que não prejudicasse ninguém. Rousseau explica que, antes de começar a civilização (propriedade privada) o homem era bom. Portanto, para recuperar a bondade original era necessário elaborar um novo e eficaz contrato social que teria por finalidade promover a felicidade possível para cada um. Os governados deveriam escolher os governantes e substituí-los quando não agissem em favor do bem estar geral. O Direito e a moral estão na natureza. Rousseau defende a forma de governo democrática. Já o filósofo e médico John Locke explica que todas as pessoas nascem sem saber

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