Rosa del olmo - la cara oculta de la droga

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 2 (323 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 17 de fevereiro de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
OLMO, Rosa del. La cara oculta de la droga. Bogotá: Temis, 1988.

1. Na década de cinquenta.

Àquela época as substâncias ilícitas em voga giravam em torno dos derivados do ópio – morfina ouheroína, tendo conotação na Inglaterra, por exemplo, de ameaça social.
O consumo de drogas nos países da América Latina era vinculado também à delinquência, violência e pobreza. Não havia grandeinquietude no que se refere a esse problema até que houvesse manifestações por parte da OMS e da ONU, que começaram a difundir modelos ético-jurídicos e médico-sanitários no sentindo de combatê-lo.2. Na década sessenta.

A denominação do usuário de drogas, que antes era considerado enfermo, e não delinquente pelo governo norte-americano, começou a mudar com o contexto da época: contracultura,rebeldia, as rebeliões contra política, dos negros, movimentos pacifistas, Guerra do Vietnam, Revolução Cubana e movimentos guerrilheiros na América Latina. Contexto esse que proporcionou o surto deuso de substâncias ilícitas.
O perfil do usuário de drogas começou a mudar, sendo o usuário de classe distinta considerado como “enfermo” e o revendedor, de classe baixa, o “delinquente”, marcandotambém a ênfase do discurso jurídico no estereótipo delitivo, a ideologia da diferenciação.

“O predomínio do discurso médico-jurídico permitiria explicar miticamente o crescente número de jovens declasse média que na década de sessentas rechaçavam sua condição de classe.”

A droga passou a ser relacionada, então, como assunto de segurança interna como “inimigo”.
Em 1970 começou-se a difundira campanha antidrogas nos países da América Latina, com forte influência dos Estados Unidos, por parte de seu corpo diplomático.

3. Na década de setenta.

A heroína passou a ter conotação deperturbação social nos Estados Unidos, a ponto de ser considerado o “primeiro inimigo público não-econômico”, embora continuasse com o discurso médico-jurídico de estereótipos da dependência....
tracking img