Riscos e impactos ambientais na area de expansão urbana

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

ELIZABETH MARTINS DE OLIVEIRA
















GESTAO AMBIENTAL
EDUCAÇÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL



















DIVINOPOLIS
2012
ELIZABETH MARTINS DE OLIVEIRA














EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM UNIDADE BASICA DE SAUDE
PROGRAMA DE SAUDE DA FAMILIATrabalho apresentado ao Curso Tecnologia em Gestão Ambiental da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplina de Atividades Interdisciplinares: Portfólio Individual.




Prof. Jamile Ruthes Bernardes
Leliana Aparecida Casagrande LuizRosimeire Midori Suzuki Rosa Lima
Thiago Augusto Domingos











Divinopolis

2012







1. INTRODUÇÃO
Uma primeira etapa de educação ambiental consiste em explorar e redescobrir o lugar em que se vive, ou seja, o “aqui e agora”das realidades cotidianas, com umolhar renovado ao mesmo tempo apreciativo e crítico trata-se também de redefinir-se a si mesmo e de definir o próprio grupo social com respeito àsrelações que se mantém com o lugar em quese vive. Trabalhar em saúde preventiva requer persitencia e dados sitematizados periodicamente Critérios socio ambientais ocupam espaço nobre na agenda dos governos de todo o mundo
Segundo Post de Gustavo Periard/”As cidades estão se tornando verdadeiras portas de infecção. A mobilidade populacional em larga escala tem possibilitado o surgimento de novos microorganismos e o retorno de organismos anteriormente controlados. Alguns exemplos de doenças: esquistossomose (África do Sul), elefantíase (em Recife), febre amarela, cólera e leishmaniose.
Tem havido certa preocupação com a possibilidade de um aumento dedoenças transmitidas por mosquitos devido ao aquecimento da Terra, a chuvas em locais incomuns, acúmulo de água, favorecendo a procriação desses insetos. ‘Um ex. é a Dengue, hoje a mais comum doença urbana transmitida por mosquitos’” Este fator nos leva a analisar uma Unidade básica de saúde e sua co-relação população diante da educação ambiental alavancadora do fator saúde.2. DESENVOLVIMENTO
De acordo com Jacobi “ O tema da sustentabilidade confronta-se com o paradigma da “sociedade de risco”. Isso implica a necessidade de se multiplicarem as práticas sociais baseadas no fortalecimento do direito ao acesso à informação e à educação ambiental em uma perspectiva integradora”. O governo tem investido em Unidades básicas de saúde. E se tratando de saúde básicasanitarismo é fator relevante. Isto implica em cuidados, e aplica-se, portanto três princípios básicos: cuidados pessoais, sociais e ambientais.

Método de estudo
. Visto por fora, uma UBS é só um local de consulta médica. Visto de dentro para fora, é local de estatísticas sociais, físicas, ambientais. prevenção a doenças e, impactos ambientais etc. Neste contexto não fugimos do foco ao encaixar acitação de Fábio Barbosa: “Elas precisam pensar e agir de forma comprometida com o meio ambiente e, principalmente, com os impactos que suas atitudes equivocadas podem gerar no ecossistema em que vivem (atuam)”. Um PSF é porta de entrada de informações populacional, mas, é também porta de saída de ações modificadoras para o bem comum, funcionando como base ativa e providencial à populaçãocarente de conhecimentos e atitudes.

Unidade de Análise
Analisamos um PSF’(Programa de saúde da família) composto por no mínimo 5 agentes de saúde, enfermeiro, auxiliar, médico, auxiliar de serviços gerais, e uma população de mais ou menos 6.600 pessoas, área de nascente degradada, topografia irregular, sem calçamento e saneamento básico precário. Reserva ambiental invadida lixo acumulado em...
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