Ri's e a coreia do norte

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RIs – A Coreia do Norte – Uma “baixa” no Eixo do Mal?

25/9/2009

Prof Herbert Schützer - Sociologia

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A Coréia do Norte é um dos países mais fechados do mundo, se não o mais. Seu atual governante, Kim Jong II é o mais imprevível (talvez o mais extravagante também) do mundo. Nos últimos anos a Coréia do Norte tem sido palco de afronta aos princípios que regem a comunidadeinternacional, seguidos por momentos de distensão e abertura ao diálogo.
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Em maio, novos sinais que se retomava a tensão na península coreana; Pyongang reagiu as condenações do Conselho de Segurança das Nações Unidas, temia-se, inclusive, que houvessem desdobramentos militares entre as Coréias. Primeiro, anunciou mais um bem sucedido teste militar; depoislançou mísseis balísticos em direção ao Mar do Japão no dia em que os Estados Unidos comemoravam sua independência; e por último houve em encrudescimento das tensões diplamáticas entre o Sul e o Norte.
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Nos últimos dias, novos sinais de distensão. Semanas atrás, o expresidente norte-americano, Bill Clinton, visitou o país com a missão de conseguir alibertação de duas jornalistas oriundas dos Estados Unidos que estavam presas em território nortecoreano. Kim Jong II atendeu ao pedido.

25/9/2009

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A Coréia do Norte anunciou ao mundo que chegou ao estágio final do enriquecimento de urânio. Mais um passo na direção da consubstanciação do projeto norte-coreano de construir armamentos nucleares. Nomomento, isso é tudo. Nada indica, pelo recente histórico, que não teremos novos desdobramentos. O principal, se não o único, elemento de barganha de Pyongang nas negociações internacionais é seu projeto nuclear; em troca das negociações e atos de distensão, a comunidade internacional oferece algumas benesses econômicas.
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Ninguém arrisca concluir queesteja à vista o abandono total da estratégia nuclear que segue há pouco mais de duas décadas; aliás, a maioria dos especialistas considera que as concessões serão só parciais, apenas na medida do necessário para receber as contrapartidas que ajudarão a remediar, pelo menos temporariamente, as carências energéticas e alimentares em que o país tem vivido.
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Um dia depois do teste nuclear que desafiou o mundo, estimado por Seul entre três e quatro vezes superior às bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki, Nagasaki, o regime de Pyongyang lanç ameaç está lança ameaças de que está disposto à batalha com os "hostis" Estados Unidos.

25/9/2009

"Nosso Exército e povo estão em plena Exé preparação para um combate contra preparaç qualquertentativa americana de um ataque preventivo", afirma o jornal do Partido dos Trabalhadores nortenortecoreano, citado pela agência estatal "KCNA". Schützer - Sociologia Prof Herbert 8

O presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, disse que esse novo teste atômico gerará uma resposta da comunidade internacional "como nunca se viu".

"Vamos tomar medidas de resposta fortes como nunca se viu, emcooperação com os EUA e as outras nações que fazem parte do diálogo a seis lados, como Japão, China e Rússia", disse o
presidente sul-coreano.

25/9/2009

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Agora, para o ministro de Assuntos Exteriores sul-coreano, Yu Myung-hwan, fazer parte do PSI (Iniciativa de Segurança contra a Proliferação) é algo "natural" que ajudará a "controlar o desenvolvimento pelaCoreia do Norte de material perigoso". Apesar de tudo o que aconteceu esta semana, o ministro sul-coreano deixou "aberta a porta do diálogo" com a Coreia do Norte, mas admitiu que é "difícil" nas atuais circunstâncias.

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O teste nuclear subterrâneo realizado Coré pela Coréia do Norte em outubro de 2006 ocorre após quatro anos de um apó...
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