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Partilha de África

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David Livingstone[->0] foi um dos primeiros europeus à explorar o interior da África[->1].
A Partilha de África (português europeu[->2]) ou Partilha da África (português brasileiro[->3]), também conhecida como a Corrida a África ou ainda Disputa pela África, foi a proliferação de reivindicações europeias[->4] conflitantes aoterritório africano durante o período do Neo-imperialismo[->5], entre a década de 1880 e a Primeira Guerra Mundial[->6] em 1914, que envolveu principalmente as nações da França[->7] e Reino Unido[->8], embora também participasse do conflito a Itália[->9], Bélgica[->10], Alemanha[->11], Portugal[->12], Espanha[->13] e, em menor intensidade, Estados Unidos[->14], este último participou da fundaçãoda Libéria[->15].[1]
A segunda metade do século XIX, em torno do ano 1880, assistiu a transição do "Imperialismo informal[->16]", que exercia o controle através da influência militar e da dominação econômica para um domínio mais direto. As pretensões de mediar a concorrência imperial, tal como a Conferência de Berlim[->17] (1884 - 1885), entre o Reino Unido[->18], França[->19] e Alemanha[->20]não pôde estabelecer definitivamente as reivindicações de cada uma das potências envolvidas. Essas disputas sobre a África[->21] esteve entre os principais fatores que deram origem à Primeira Guerra Mundial[->22].

Abertura do continente
Ver artigo principal: Era dos Descobrimentos[->23]
A abertura da África[->24] à exploração ocidental havia começado no final do {{séc|XVIII. Até 1835, oseuropeus já haviam traçado mapas da parte do noroeste africano[->25]. Entre os exploradores europeus mais famosos estavam David Livingstone[->26], quem traçou os planos do vasto interior, e Alexandre Serpa Pinto[->27], quem a cruzou numa complicada expedição e traçou mapas de seu interior. Árduas expedições nas décadas de 1850 e 1860 por Richard Burton[->28], John Speke[->29] e James AugustusGrant[->30] descobriram os grandes lagos centrais e a nascente do Rio Nilo[->31]. No final do século, os europeus haviam cartografado o Nilo[->32] desde seu nascimento, o percurso do Rio Niger[->33], e o traçado dos rios Congo[->34] e Zambeze[->35].
De qualquer maneira, logo no início dos conflitos pela posse da África[->36], as nações ocidentais controlavam apenas 10% do continente. Em 1875 osterritórios mais importantes tanto pela sua extensão quanto pela sua riqueza eram Argélia[->37], sob domínio francês[->38]; Colônia do Cabo[->39], controlado pelo Reino Unido[->40] e Angola[->41], que estava sob o domínio português[->42].[2]
Os avanços tecnológicos facilitaram a expansão de grandes distâncias. A industrialização[->43] provocou avanços significativos nos transportes e comunicações,especialmente na utilização de Vapores[->44], ferrovias[->45] e telégrafos[->46]. Os avanços médicos também foram de grande importância, em especial, a descoberta da cura para as enfermidades tropicais. O desenvolvimento da quinina[->47], um tratamento efetivo contra a malária[->48], permitiu que a vasta região tropical pudesse ser acessível aos europeus.
[editar[->49]] Causas da disputa
[editar[->50]]África e os mercados globais
A África subsariana[->51], uma das últimas regiões do mundo ainda não afetada pelo "Imperialismo Formal" e a "civilização[->52]" tornou-se uma região atrativa para as potências europeias por razões econômicas e raciais. Durante uma época onde a balança comercial[->53] da Grã-Bretanha[->54] mostrava um déficit em seu crescimento, com os mercados continentais seencolhendo e, cada vez mais protecionistas[->55] devido a Grande Depressão, entre os anos de 1873 e 1896, a África[->56] oferecia ao Reino Unido[->57], Alemanha[->58], França[->59], entre outros países, um mercado aberto no qual se aproveitava o grande excedente de produção e um mercado que importa[->60] mais da metrópole[->61] do que exporta[->62].


Esboço do Canal de Suez[->63] realizado em...
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