Rf video

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Apostila sobre medições em sinais de vídeo, áudio e rf.







































Laboratório Técnico da Rede do Interior.





Ganho de inserção.

Definição: é a diferença, em unidades IRE, entre a amplitude de um sinal de teste na recepção e o sinal original.

Medida: Usa-se o pulso 2T com uma amplitude de 100 unidades IRE. Adiferença entre o sinal no receptor e o sinal injetado é o ganho de inserção. O ganho de inserção não deve ultrapassar +/- 3 IRE.


Distorção de campo.

Definição: é a medida de distorções em muito baixas freqüências (10 Hz a 10 Khz).

Medida: usa-se o sinal de barra de campo. A medida é feita comparando-se a mudança de amplitude do sinal medido com o sinal injetado. Os primeiros e últimos 250micro segundos devem ser ignorados. A excursão no topo da barra não deverá exceder a 4 unidades IRE.
[pic]
Distorção de linha.

Definição: é a medida de distorções em freqüências baixas (15 Khz a 1 Mhz).

Medida: usando-se como sinal a barra de linha verifica-se a distorção no topo da barra em relação ao sinal injetado. As extremidades do sinal não são levadas em consideração. A excursãodo sinal não deverá exceder 4 unidades IRE.[pic]

Distorção linear de curta duração.

Definição: é a medida da distorção em freqüências médias (500 Khz a 4 Mhz).

Medida: são usados os sinais de barra de linha e 2T. A medida é feita verificando-se as variações, dentro do intervalo de 1 micro segundo, em ambos os lados da barra. Estas variações não podem ultrapassar 10 IRE.
O pulso 2Tmedido deve ter 100 unidades IRE com tolerância de +/- 6 IRE.[pic]
[pic]
Desigualdade de ganho croma-luminância.

Definição: é a verificação da diferença causada durante o processo de transmissão, entre o ganho dos sinais de cor e de luminância.

Medida: é usado o sinal SIN2 modulado. A amplitude do sinal recebido deve ter, no máximo, uma diferença de +/- 3 IRE em relação ao sinal deluminância.[pic]

RCL.

Definição: é a mesma medida anterior.

Medida: o mesmo que o anterior, apenas o resultado é dado em porcentagem e deve ser de +/- 6%.

Desigualdade de fase croma-luminância.

Definição: é a verificação da variação da fase (atraso ou avanço) entre o sinal de croma e o de luminância, causada por diferenças de características na transmissão entre um e outro.

Medida:através do sinal SIN2 modulado é realizada a medida.
Mediante as leituras de Y1 e Y2 e com a expressão matemática pode-se calcular esta defasagem que não deve ser superior a 75 ns. [pic]

[pic]

DFCL(ns)=20 x raiz de (Y1Y2).[pic]




Resposta em freqüência.

Definição: é a variação de ganho na faixa de freqüência de vídeo.

Medida: é utilizado o multiburst. O sinal na recepção deveapresentar uma diferença de, no máximo, +3 e -5 unidades IRE em relação ao sinal da entrada. O burst deve ser de 40 IRE com uma variação de +/- 4 IRE.[pic]


Distorção de forma de onda de longa duração (bounce).

Definição: é a medida da variação do nível de apagamento de acordo com a variação do nível de luminância (APL).

Medida: para esta medida é utilizado o sinal de bounce de campoplano. Variando-se o nível de 10 para 90 IRE verifica-se o deslocamento do nível de apagamento. Este deslocamento não pode exceder 5 IRE e deve voltar a sua posição original em menos de 1 segundo.[pic]

Ganho diferencial.

Definição: é a medida da variação do ganho da croma com a alteração do nível de luminância.

Medida: com a ajuda de um vectoroscópio, e usando o sinal de starcaise,compara-se a amplitude dos degraus das extremidades. Valores ideais são próximos a 4%.[pic]

Fase diferencial.

Definição: é a medida da variação da fase da croma de acordo com a variação da luminância.

Medida: através de um vectoroscópio é verificado, com o sinal de starcaise, a quantidade de graus desta variação. Este valor não deve exceder 4 graus.[pic]

[pic]
Ruído aleatório ponderado....
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