Revoltas brasileiras

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1 - O QUE PARECE, MAS NÃO É

INVASÃO HOLANDESA - A LUTA DOS ESTRANGEIROS

Com a expulsão dos holandeses da Bahia, a Companhia das Índias Ocidentais, teve grandes prejuízos econômicos. Uma poderosa esquadra foi aparelhada para atacar Pernambuco, em conseqüência da produção açucareira. O governador Matias de Albuquerque não dispunha de forças suficientes para resistir: fugiu, então, para ointerior, onde fundou o Arraial do Bom Jesus. Para combater os holandeses, adotou a tática da guerrilha, que estava dando bons resultados até que Calabar decidiu auxiliar os holandeses.
Maurício de Nassau realizou uma habilidosa administração, fazendo diminuir a revolta dos luso-brasileiros contra a ocupação holandesa.
Na Batalhas de Guararapes, os holandeses foram obrigados a render-se.
Umfato pouco discutido na história do Brasil é a forte presença dos judeus em Pernambuco. A sociedade pernambucana era dividida em escravos e senhores. Os judeus eram comerciantes e artesãos. Os judeus preferiam os holandeses, porque prometiam espaço econômico e político, mas acabavam vítimas da repressão holandesa, sendo seus cultos proibidos e as sinagogas fechadas. Seu líder era o rabino IsaacAboab da Fonseca. Expulso, partiu em 12 de setembro de 1624, acompanhado de vários membros da antiga comunidade. Foram para o norte da América e fundaram a cidade de Nova Iorque.
O estudo histórico afirma que a luta contra os holandeses criou um sentimento favorável aos nativos como índios, negros e brancos que defenderam a pátria, em comum amor por sua terra. Como conseqüência aclamaram AmadorBueno, em São Paulo no ano de 1641, como se refugiando no mosteiro São Bento para não morrer.
A rebelião conhecida como Nosso Pai, em 1666, em Pernambuco era para libertar Pernambuco de Portugal. O capitão-general Jerônimo Furtado de Mendonça foi derrotado, preso e mandado para a Europa e ficou encarcerado numa fortaleza na Ásia.
Essa invasão, a holandesa envolveu muitas pessoas e muitas forammortas. Criou heróis como Filipe Camarão e Henrique Dias.

BECKMAN - A LUTA DA NOBREZA

Foi liderada pelo senhor de engenho Manuel Beckman e seu irmão Tomás, tendo como palco o Estado do Maranhão, em São Luís em 25 de fevereiro de 1684.
O motivo foi a falta de mão-de-obra, porque poucos negros chegavam ao Maranhão e os índios não podiam ser escravizados. Isso criou vários choques entrecolonos e religiosos deste 1624, antes da rebelião de Beckman.
Chega no Maranhão, em 1653, padre Vieira. Em 1655, atribui aos jesuítas os cuidados dos negócios indígenas. Em 1661, há um sério conflito, e os jesuítas são expulsos. Em 1667, sobe ao trono o rei D. Pedro II e os jesuítas voltam a ter influência, e padre Vieira obtém do rei um decreto dando liberdade aos índios.
Sem índios escravos,falta mão-de-obra, então a Companhia de Comércio oferecia-se mandar alimentos importados e a comprar a produção maranhense. Mas isso não aconteceu pois, não chegavam os produtos e os negros eram poucos e o valor era alto.
Um novo governador foi enviado, Gomes Freire de Andrade, que chegou para aplicar duras penas aos líderes rebeldes. Manuel Beckman e mais dois chefes do movimento foram enforcados.EMBOABAS - A LUTA PELO OURO

Os paulistas abriram os sertões para descobrir ouro e os portugueses injustiçados com a ambição dos paulistas, provocou conflitos e isso gerou a Guerra dos Emboabas. Os portugueses eram conhecidos como emboabas. A guerra começa com o cerco de Sabará pelos emboabas, incendiando aldeias e matando pessoas. Os paulistas procuram desforra. Ocorreu uma sangrentamatança de diversos paulistas, no chamado Capão da Traição, não importa quem o consiga, ou paulistas ou emboabas. O final da Guerra dos Emboabas foi desfavorável aos paulistas. Quando voltam derrotados são chamados de covardes e retornam à luta para vencerem.
A guerra durou dois anos (1708 a 1710) e o que os paulistas queriam era apenas o ouro.

MASCATES - A LUTA DOS COMERCIANTES

1º Os...
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