Resumo

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  • Publicado : 21 de abril de 2013
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Berger & Luckmann (1967) escreveram sobre como se dá a construção social da identidade, entretanto, para tal abordaram a realidade, explicando que existem diversas concepções do termo, mas especificamente a realidade do senso comum que é influenciada pelo mercado de idéias.
Os autores mostraram o que constitui a realidade cotidiana do mundo, segundo eles, para entendermos a realidade da vidacotidiana é necessário termos ciencia de que a filosofia é inerente a essa construção. Para eles o mundo da vida cotidiana não é apenas uma garantia dada pelos membros da sociedade, mas surgem de aspectos particulares como pensamentos e ações.
Berger & Luckmann (1967) entenderam que a melhor técnica para atender a natureza dessa realidade é a fenomenologia, já que essa se constitui como umatécnica descritiva empírica, mas não cientifica do ponto de vista de ciência empírica, ou seja,  como a ciência está a mercê do capital, os autores propõem que seja outro método que atue na descrição desse fenômeno. (neste posnto é interessante ressaltarmos que os autores eles são oposição ao conceito tradicional da ciência, pois não a consideram neutra, ou seja, eles querem mostrar que a cienciatem interesses em capital.
O senso comum tem diversas interpretações sobre a realidade cotidiana, sobre os objetos que se apresentam a consciência como sendo de diferentes esferas da realidade. Segundo os autores a realidade se forma a partir da relação com outro, mas o sentido de realidade a qual os autores se atém, são de coisas corpóreas ou materiais (objetiva), ou seja, chamamos de realidadeobjetiva as coisas que sabemos que existem porque são corpóreas. (corpóreas no sentido de possuir significado que necessariamente não são físicos) ou seja, corporeo para os autores são as coisas que tem um significado.

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Por exemplo, devemos ter em mente o modo como saber reconhecer seus semelhantes que se deparam na vida diária e ciencia sobreos desencarnados que aparecem em meus sonhos. Não podemos dizer que aquele sujeito que morreu e apareceu no meu sonho é real, mas podemos dizer que ele já foi real em algum momento e que ele ainda está em nossa realidade por meio da lembrança por isso ele tem significado, portanto, faz parte da realidade objetiva. é interessante que estudemos textos que abordem o discruso coletivo para uma melhorconcepçao da ideia dos autores.
Logo, devemos entender o mundo como tendo múltiplas realidades, porém, dentro dessas realidades a mais importante é aquela da vida cotidiana e essa é a predominante porque a experimentamos todos os dias em nossas relações. Por exemplo, (eu pego um ônibus todos os dias, nesse ônibus vejo as mesmas pessoas, desço do ônibus e paro em uma padaria e sou atendido pelobalconista.) Esses objetos fazem parte da minha realidade, porém, se eu me atrasar essa realidade muda, as pessoas do ônibus não serão as mesmas, o balconista não será o mesmo e etc. Ou seja, diante da minha realidade há uma serie de outras realidades que existem independentes da minha. Enquanto eu estou surfando no litoral, há um tsunami no Japão que é real, mas não está na minha realidade nomomento.
Estendendo a realidade da vida diária como sendo ordenada em padrões que são independentes, ela aparece ordenada por objetos que já estão lá antes da nossa entrada em cena, por exemplo, o ônibus que pegamos diariamente está lá independente de nós, ele vai passar, as pessoas vão trabalha e etc. A realidade está organizada em torno do ‘aqui’, do ‘meu’ corpo e do “agora”, esse é o foco da‘minha’ atenção. A realidade é muito grandiosa e por isso as pessoas a recortam, ou seja, tiram um pedaço para si para que seja possível viver nela.

Harley Pacheco de Sousa – Psicólogo Comportamental focado em Mudança de Atitudes
Os autores dizem que as coisas ganham significados por meio da linguagem, a linguagem delimita as coordenadas da nossa vida e enche os objetos de significados. A...
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