Resumo

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS - UFAM
PAFOR - PLANO NACIONAL DE FORMAÇAO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA.



ANTROPOLOGIA E EDUCAÇÃO

URCURITUBA
2013
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS - UFAM
PAFOR - PLANO NACIONAL DE FORMAÇAO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

RESUMO

RESUMO apresentado a Ufam, Curso de Pedagogia, da DisciplinaAntropologia e Educação, para obtenção de nota parcial, sob orientação da professora: Thelma Lima da Cunha Marreiro , realizados pelos os acadêmicos: Edson Pereira Teixeira, Elinelson Azedo Do Nascimento, Leandro Ramos Furtado, Raynanda Lucia, Melo Tavares,




URUCURITUBA
2013

Antropologia e educação: Origens de dialogo.

O homem é um ser cultural, mas a cultura não é tudo no serhumano. A cultura, essa capacidade re-criadora, permite ao Homem re-produzir o mundo dinamizando a existência dos existentes. O fato de estar sempre criando ou re-criando sua obra ou suas manifestações faz da cultura uma das marcas mais tipicamente humanas, pois é principalmente pela sua capacidade de recriar o mundo e as manifestações culturais que o homem se diferencia dos demais existentes. Ohomem é também cultura e/ou social devido ao seu relacionamento com o outro. Uma outra diferença entre o homem e os outros seres é a sua comunicação e/ou diálogo. O falar é seu principal tesouro, sua herança divina fazer um resumo da história da Antropologia no Sistema Educativo é um trabalho relativamente complexo entre outras coisas porque a Antropologia esconde, sob a mesma denominação,múltiplos sentidos. Desde a Antropologia Etnológica à Antropologia Colonial e à Antropologia Social e Cultural um longo caminho se percorreu. Não é nossa intenção fazer uma análise da história da Antropologia, domínio em que outros mais habilitados que nós temos dado excelentes contributos. Pretendemos tão só percorrer num olhar rápido o lugar que a Antropologia tem tido na Educação ao longo do tempo,para depois nos determos mais demoradamente no questionamento do papel que a Antropologia.
“Antropologia e educação parecem constituir, hoje, um campo de confrontação, em que a compartimentação do saber atribui à antropologia a condição de ciência e à educação, a condição de prática. Dentro dessa divergência primordial, os profissionais de ambos os lados se acusam e se defendem com base empré-noções, práticas reducionistas e muito desconhecimento. Se há muitas coisas que nos separam - antropólogos e educadores -, há muitas outras que nos unem. Neste texto, pretende-se ressaltar o que há em comum, já que o que nos separa só pode ser compreendido com base nesse mesmo patamar. O que nos une é, portanto, anterior ao que nos separa, e nele se inscreve o diálogo do passado, tanto quanto apossibilidade do diálogo do futuro”.
Antropologia e Antropólogos, ambas constituem um campo de confronto os profissionais se ocupam e se defendem de praticas educacionais, assim como há coisas que as separam, há muitos que os unem; pois as que os separa só pode ser compreendido; e os que unem são anteriores ao que separa, e nele se escreve o dialogo do passado, quando possibilitam o dialogo dofuturo.

Caminhos cruzados: Educação, cultura e relativismo
“O que tem a ver com antropologia e educação o texto acima? O texto conta a história do contato entre espanhóis e indígenas (astecas, maias, incas) na conquista da América. É um fato real, histórico e concreto, em que dois povos e duas culturas distintas mostram o espanto do olhar - do europeu e do indígena, ambos envolvendo deimediato a percepção de um sobre o outro. Trata-se de um olhar etnocêntrico, fruto, como diz Azcona (1989), da experiência do agir humano, segundo um modelo explicativo do conhecimento e também como realidade da cultura, entendida como o sentir, o pensar, o agir do homem em coletividade”.
A antropologia como ciência desenvolve-se preocupada em superar o mundo intersubjetivo, de modo a superar o...
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