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FVS-FACULDADE VALE DO SALGADO


Curso: Serviço Social
Disciplina: Metodologia Trabalho social
Professor: Luciana Lôbo
Aluno: Lauceni Pinto de Sousa











Fichamento



























27 de Março de 2012
Icó-CE




Racionalidade do Serviço social (pp. 101-184). Segundo capítulo.
Guerra, Yolanda. A Instrumentalidade do Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2010.“O primeiro pressuposto da história humana é o de que os homens para prover sua existência material, relacionam-se com a natureza, transformando-a, e, ao fazê-lo, transformam-se, a si mesmos. O segundo pressuposto é o de que este ato de auto criação e de utotrans formação incide sobre os outros homens, alterando sua natureza individual e distinguindo-os de outros seres vivos. Neste processo,homem constitui-se num ser prático-social que se realiza pelo trabalho.” (p.101)






“O homem transforma a natureza e, ao fazê-lo, transforma-se a si mesmo e a outros homens, É esse movimento que consubstancia a sociabilidade humana, esta, constituinte e constitutiva de duas determinações fundamentais: pensamento e constitutiva.” (p.101)






“O trabalho é para o homem a condiçãonatural da sua existência, a sua condição de homem. (...) Esses meios de trabalhos ou condições matérias medeiam à relação entre a força ou capacidade de trabalho e o objeto sobre o qual incide sua ação, mediante um projeto ou finalidade”.(p.102)






“Os meios de trabalho são, para Marx, as indicações do grau de desenvolvimento das forças produtivas e das condições sociais em que o trabalho seprocessa. (p.102)






“É a partir dessas condições que os homens, ao realizarem a reprodução da vida material, estabelecem finalidade, gestadas no confronto entre necessidades e realidade”. (p.102)






“Nesse processo, meio e objeto de trabalho encontram-se presente como meios de produção. (...) Atribui-lhes o caráter de matéria-prima, meio de produção ou produto. É o seu "valornatural”, criados pela natureza e pelo trabalho, propriedades esta que se traduzem em possibilidades de existência humana”. (p.103)






“O trabalho é, assim, a forma primária e privilegiada dentre as suas objetivações, ou seja, de práxis. (...). O trabalho adquire características específicas sob condições sócio-históricas determinadas. Marx apreende essa dimensão histórica do trabalho”. (p.103)“À medida que o homem relaciona-se com valores de uso – produtos de seu trabalho – de maneira estranha, estranha-se como ser genérico. (...). A instrumentalidade posta na relação dos homens com do trabalho, no ato da produção, é transposta para a reação com outros homens e "cria o domínio daquele que não produz sobre a produção e o respectivo produto”. (p.103)










“Trata-se deum tipo especial de trabalho que ao ser vendido no mercado como força de trabalho acaba por constituir-se em mercadoria e, portanto, deve conter um valor. (...) O capitalista, proprietário dos meios de produção, compra a força de trabalho e adquire o direito de utilizá-la. Por determinado período de tempo como melhor lhe convier”. (p.104)






“Por meio de análises factuais, Marx constataque a incorporação da força de trabalho no mercado de troca requer apenas a existência de proprietários dos meios de produção, mas, fundamentalmente. (...). A força de trabalho é incorpora "aos elementos mortos constitutivos do produto" (Marx 1985a: 154), de propriedade do capitalista”. (p.104)






“Marx verifica que cada um dos fatores do processo de produção, enquanto mercadoria contém emsi tanto valor de uso quanto de troca e, por isso, participam do processo de formação de valor”. (p. 106)










“A matéria-prima perde suas formas originárias para compor as propriedades, do produto; perde seu valor de uso inicial, sem, contudo, perder seu valor. Com os meios de trabalho ocorre o inverso”. (p. 107)


“Ambos, matéria-prima e meios de trabalho, enquanto meios de produção,...
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