Resumo o cidadão de papel

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São Paulo, 08 de novembro de 2012.

Cidadão de Papel
Sociologia.

E.E. Profº Leopoldo Santana.
São Paulo, 08 de novembro de 2012.
E.E. Profº Leopoldo Santana.

Porfessora: Vanessa
Nome: Luiz Henrique nº30

Introdução

O livro cidadão de papel vem para relatar conseitos sociais que o Brasil vem vivendo, ele aborda como fonte principal a base social que é a criança, que para ele é ocomeço do erro, onde os governantes tem um grande descaso com eles.
Entre outros temas tem questões políticas, fome, aborto, prostituição, diferenças sociais com o terceiro mundo e baixa escolaridade em famílias de baixa renda.
Gilberto Dimenstein trata todos os temas de forma simples e clara, pois acredita que quanto mais fácil a informação de ser transmitida, mais fácil ela será absorvida eusada.

Parte 1 –
De inicio o que é cidadania?
De forma clara o autor demonstra que cidadania é um direito básico de qualquer cidadão, em especial a criança, pois ela crescerá e se tornará um adulto não saudável e sem estabilidade para construir seu futuro.
Uma das coisas que se coloca para ser pensado é o que aconteceria se você (leitor) fosse um morador de rua, meio difícil decolocar-se nesse personagem, mas isso já demonstra o quão terrível é conviver nesse ambiente sem a certeza de um futuro.
Outro ponto como o direito da criança é levantado, pois a ONU tem a declaração com dez pontos cruciais para a defesa infantil, entre elas podemos resaltar Direito à alimentação, à moradia e à assistência médica adequada para a criança e a mãe e Direito à educação gratuita e ao lazerpodemos ver claramente que estes parágrafos são ignorados ou não tendo o devido cuidado por parte do governo e instituições públicas, ou até por parte da sociedade.
Sendo um país em desenvolvimento temos grandes problemas com a educação, saúde e violência, e isso estão diretamente relacionadas, como o autor fala somos culpados pelos monstros da sociedade. Se pararmos para pensar, quando umacriança não tem uma educação básica ele não consegue ter um futuro, mas necessita sobreviver e a única saída para ele, em meio ao desespero, é aderir a criminalidade. Com isso a violência cresce e casos de homicídios aumentam. Os índices recentes do IBEGE prova que o maior número de homicídio é pela faixa de 16 a 25 anos, isso se deve ao próprio fato da má educação.
Podemos também adicionar com a máformação do indivíduo o trabalho infantil, pois quando colocado para trabalhar e complementar a renda a criança fica desestimulada a estudar e ir a escola perdendo assim o seu futuro por um presente passageiro. O livro mostra que isso se deve a renda familiar, pois os pais não possuem empregos que seja capaz de sustentar a família. Outra informação interessante é que a mãe quando analfabeta tem umdescuido maior com as crianças, acarretando em morte infantil por diarreia e sarampo.

Parte-2
Sofrer abusos e ser usado como mercadoria.
Esse é um dos problemas enfrentados por crianças de baixa renda em países subdesenvolvidos,conhecidos pela mídia como países de terceiro mundo.
As autoridades governamentais de países de primeiro mundo poderiam reverter a situação, tirando essas criançasda faixa da pobreza extrema e dar um amparo digno a elas. Porém nada é feito, como no livro é comentado que para essa ação é necessário cerca de 25bilhões de dólares e isso comparado a coisas supérfluas como cigarros e bebidas alcoólicas é insignificante, ou melhor, se compararmos a investimento militar, que chega a ser um absurdo.
Já as autoridades dos países pobres também deveriam ter umaassistência aos pobres, para que eles não se sujeitassem aos abusos cometidos pelos criminosos, como força-los a se prostituir, vender a estrangeiros ou a venda criminosa de órgãos. Podemos achar um absurdo quando lemos algumas coisas, porém é uma realidade próxima, até porque o Brasil é um país de terceiro mundo, onde ocorre prostituição infantil e vendas de menores a “pais adotivos” e não só...
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