Resumo - a teoria dos sentimentos morais e a riqueza das nações

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  • Publicado : 28 de outubro de 2012
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A TEORIA DOS SENTIMENTOS MORAIS
Esse livro que foi publicado 17 anos antes de A Riqueza das Nações, mas teve edições publicadas por toda a vida de Smith, discute as forças morais que restringiam o egoísmo e uniam as pessoas em uma sociedade trabalhista.
A Teoria dos Sentimentos Morais começa com o capítulo “Da solidariedade”. Smith falou que a solidariedade supera até mesmo o egoísmo. Asolidariedade desperta nosso interesse pelo sucesso dos outros e faz a felicidade deles necessária para nós. Sentimos solidariedade até mesmo diante dos mortos, porque imaginamos nossa alma vivendo nos corpos inanimados e, então, entendemos como nossas emoções ficariam diante dessa situação. O medo da morte envenena nossa felicidade, mas restringe a injustiça da humanidade. Esse medo aflige e atormenta oindivíduo, mas vigia e protege a sociedade.
Para Smith, existem duas paixões, as sociais e as não sociais. Por exemplo, o ódio e o ressentimento são não sociais, e a generosidade, a bondade, o carinho, a misericórdia e a mútua relação de amizade e de estima são paixões sociais. Sempre temos muita simpatia pelas paixões benevolentes, pois elas nos parecem agradáveis, em todos os sentidos.
Aspessoas se identificam muito mais com a alegria do que com a tristeza, por isso procuramos exibir o que temos de melhor e esconder o ruim. Queremos ser observados com bons olhos, sempre com simpatia e aprovação. Os ricos se glorificam em suas riquezas porque chamam a atenção do mundo por meio delas, e os pobres ficam envergonhados de sua pobreza, que os deixa no anonimato.
As pessoas podem existirapenas na sociedade. Elas estão expostas às injúrias mútuas e precisam da ajuda de alguém. Quando a ajuda necessária é reciprocamente oferecida por amor, gratidão, amizade e estima, a sociedade se desenvolve e fica feliz. Mas isso não pode existir entre aqueles que estão a toda hora prontos a prejudicar e ofender o outro. Assim, o sistema de justiça é requerido. Smith diz que nossas faculdadesmorais também impõem regras de conduta que restringem nossas ações de egoísmo.
Em uma das passagens mais famosas do livro A Riqueza das Nações, Smith diz que os ricos consomem menos que os trabalhadores, pois tendem a economizar e reinvestir. Os ricos, inadvertidamente, compartilham o produto de todos os seus melhoramentos com os trabalhadores mais pobres, embora o único fim que eles proponham para otrabalho dos seus empregados seja a gratificação dos seus desejos.

A RIQUEZA DAS NAÇÕES
É um tratado econômico de 900 páginas, que surgiu em 1776 e foi o livro que consagrou Smith como um dos principais pensadores da história.
O primeiro capítulo se chama “Da Divisão do Trabalho”, nele Smith fala que o maior o aperfeiçoamento nos poderes produtivos do trabalho e a maior parte da técnica,habilidade e julgamento com os quais estejam direcionados ou aplicados em qualquer lugar parecem ter sido os efeitos da divisão de trabalho.
Para Smith, a divisão do trabalho aumentava a quantidade de produção por três motivos. O primeiro era que o trabalhador desenvolve uma habilidade maior na realização de uma simples tarefa repetitiva. Segundo é que se economiza tempo, pois se houver algumafalta, outro trabalhador pode facilmente fazer sua função. E terceiro, as maquinas podem ser desenvolvidas para aumentar a produtividade, uma vez que as tarefas tenham sido simplificadas. Começando seu livro com uma discussão sobre como a divisão do trabalho pode aumentar a produtividade com um mesmo numero de trabalhadores, Smith mostra que o livro era uma quebra das principais noções de economiaentão existentes.
Smith também disse que os participantes da economia tendem a ir atrás de seus interesses pessoais. O negociante busca o lucro. “Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que nós esperamos nosso jantar, mas da sua consideração de seu próprio interesse” (Smith, The wealth of nations, p.27.). O consumidor procura o preço mais baixo. O trabalhador tenta...
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