Resumo a historia da riqueza do homem

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  • Publicado : 14 de março de 2013
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RESUMO – A HISTÓRIA DA RIQUEZA DO HOMEM
Capítulo 1
No livro “A História da Riqueza do Homem” de Leo Huberman havia três classes na sociedade feudal: sacerdotes, guerreiros e trabalhadores,dos quais o servo era responsável pelo sustento destes outros dois, sendo também o responsável pelo plantio das terras, a ceifa e a colheita dos grãos, os arrendatários trabalhavam suas terras bem como asdo senhor, os camponeses eram abarrotados de imposições e
o senhor feudal tinha obrigações para com o servo.
Em relação ao funcionamento, era claramente proveitoso para o proprietário do feudo, para o senhor feudal, enquanto o servo era consumido por toda a sua força. E a partir disso um terço do feudo era do senhor, sendo o restante do arrendatário.
Com tamanha força “econômica”, énatural que se torne confuso em seu seio a devida distinção entre as questões puramente divinas, espirituais, e aquelas ligadas diretamente as suas posses terrenas. A igreja iniciava então, o processo que a levou a se tornar hoje a grande indústria que conhecemos.
Ressaltamos, que, o sustendo direto dessa classe de senhores feudais (mais organizados economicamente que outros) provinhadaqueles mais ao pé da hierarquia, e que, em conseqüência, eram também os mais explorados, inclusive pela própria igreja. Leo Huberman descreve o quanto tal instituição tirava daqueles miseráveis medievais menos desprovidos. Ele escreve: “agricultores e camponeses eram obrigados a entregar não apenas um décimo exato de toda sua produção... Cobravam-se dízimos de lã até mesmo da penugem dos gansos”.Percebe-se então que na organização feudal da idade média existiam vários graus hierárquicos, entretanto dois desses, realmente mantinham o controle sobre os demais, quais sejam, porção composta pelos grandes reis e a outra pelo clero. Vale destacar, todavia, que algumas organizações internas da igreja católica ousavam até ameaçar o trono de poderosos reis franceses, como foi o caso dos Templários,ordem cavalheiresca patrocinada pela igreja católica, que se auto-intitulava o exército de Cristo.
Capítulo 2
No capítulo 2 o comércio estava iniciando seu desenvolvimento. Por esse motivo, a compra e venda de mercadorias era bastante diferente da forma que conhecemos hoje.
Todo o capital da época era estático, imóvel, improdutivo – não havia saída para o capital, havia intercâmbioentre mercadorias (ex: quem precisava de lã a conseguia trocando com vinho, etc.);
O autor argumenta que tudo que era necessário ao consumo do feudo era produzido dentro do próprio feudo, a variação entre moedas e pesos atrapalhava e além da pouca necessidade para o estabelecimento de um comércio, havia outro problema, as condições de infra-estrutura, de suporte a uma atividade maisintensa de comércio, eram praticamente nulas. Os acessos eram ruins, e apesar disso o proprietário da terra pela qual cruzava esse péssimo caminho, cobrava altas taxas pelo uso daquele caminho.
Vale ressaltar, entretanto que, no período feudal tratado pelo autor, quem mais encheu seus cofres foi a igreja católica. Tal se realizou por meio das cruzadas, entre outros meios usados para usurpar aspropriedades, seja do arrendatário mais simples, seja do rei.
As Cruzadas mudaram o comércio mercadores acompanhavam os guerreiros para prover-lhes com o que fosse necessário, bem como eles retornavam com o gosto pelas comidas e roupas requintadas que experimentaram, criando mercado para tais produtos com isso a população aumentou.
As cruzadas espalharam todas as classes pelocontinente, junto aos comerciantes, os quais despertaram a ânsia por especiarias, tirando a Europa do sono feudal, tomando a rota do mediterrâneo das mãos dos muçulmanos;
Começaram a surgir pedidos de permissão ao Rei para estabelecimento de Feiras. A feira era o centro distribuidor dos grandes mercadores, que se diferenciavam do artesão ou do revendedor local, tratando de produtos do norte e do...
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