Resumo - a cidade antiga, de fustel de coulanges

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 23 (5586 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 17 de março de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
Resumo – A CIDADE ANTIGA, de Fustel de Coulanges
Nome: André Luiz Moreira Pereira
Prontuário n° 15130022
Semestre: 1° Turma: B
Disciplina: História do Direito

Tema: Resumo – A CIDADE ANTIGA, de Fustel de Coulanges

LIVRO PRIMEIRO
No capítulo I, o autor versa sobre o respeito da alma e da morte, mostrando que desde
épocas remotas e mesmo antes da filosofia, os homens já possuíam ideiasa respeito de
sua natureza, alma e os mistérios da morte, bem como uma segunda existência para
além da vida terrena, os diversos ritos fúnebres mostram como acreditavam nessa
hipótese. Desta crença surgiu a necessidade do sepultamento, pois se acreditava que
uma alma sem sepultura se tornava perversa, o povo antigo acreditava que com o
sepultamento se conseguiria trazer felicidade para ofalecido para todo o sempre,
observado o rito fúnebre pertinente. Havia também quem acreditava na existência de um
lugar subterrâneo, onde a alma era separada do corpo e as penas e recompensas eram
distribuídas conforme a conduta que tivera durante a vida. Essas crenças exerciam muita
influência na vida do homem antigo, mostrando que as sociedades e as instituições
domésticas tiveram sua origemnesse contexto.
No capítulo II, o autor versa sobre o culto dos mortos, mostrando que o homem antigo
criou ao longo dos anos determinadas regras, estabelecendo uma espécie de religião da
morte com diversos dogmas e rituais, os mortos eram considerados criaturas sagradas e
eram venerados com se fossem deuses, dessa forma o homem passou a ter ideia do
sobrenatural e a acreditar em coisastranscendentais, elevando seu pensamento do
humano ao divino.
No capítulo III, o autor versa sobre o fogo sagrado, que para os homens gregos e
romanos era considerado divino, eles o cultuavam oferecendo tudo que julgassem ser de
seu agrado, a cerimônia sagrada era considerada o modo em que o homem entrava em
comunhão com deus, o culto ao fogo sagrado não foi exclusivo dos povos da Grécia e
Itália,aparecendo também no oriente com a religião de Brama, estabelecida de acordo
com as leis de Manu, que possuíam o dever de manter o fogo aceso dia e noite. Os
hindus bem como os gregos e romanos, julgavam os deuses como seres que
necessitavam de honras e respeito, mas também de bebidas e alimentos. A prática da
religião do fogo se originou dos árias, tribos que viviam na Ásia central numa épocaremota, e uma vez se separaram levando consigo esse culto em comum, que levaria
posteriormente ao culto do fogo por povos de localidades distintas. Existe uma nítida
relação entre o culto dos mortos e o do fogo sagrado, essa religião que tirava seus
deuses do próprio homem se enfraqueceu, mas nunca ao ponto de desaparecer
completamente.
No capítulo IV, o autor versa sobre a religiãodoméstica, onde o fato da religião do povo
antigo não adorar somente um deus, e também os deuses não aceitarem a adoração de

1

Resumo – A CIDADE ANTIGA, de Fustel de Coulanges
todos os homens, tornava-a estritamente doméstica. Cada família possuía um túmulo
onde sepultava os mortos, ali celebravam cerimônias, e, em tempos remotos, o túmulo
ficava dentro das casas na parte central, assim todavez que um familiar entrava ou saia,
fazia-lhe uma invocação. Desta maneira os antepassados continuavam a fazer parte da
família, e o pai era tido como imortal e divino. Na religião doméstica não existiam
uniformes ou regras comuns, cada família agia independentemente, e o poder externo
não tinha direito de interferir nos cultos, podia apenas certificar que o pai cumpria com
seus deveres, destamaneira as religiões domésticas se manifestavam nas casas, as quais
cada uma possuía seus deuses e protegiam sua família. Os ritos e orações eram passados
de pai para filho e as mulheres só participavam dos cultos com seu marido ou pai.
LIVRO SEGUNDO
No capítulo I, o autor versa sobre a religião como sendo o elemento constitutivo da
família antiga, de modo que a origem da família não está...
tracking img