Resumo a cidade antiga cap iii a v

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LIVRO TERCEIROA CIDADE CAP I–

A FATRIA E A CÚRIA; A TRIBO
Sem data definidaSaída da família, entrando na cidade...Concepção relçigiosos e sociedade desenvolveram-se no mesmo tempoFatria / Cúria = integração, agrupamento das famílias para celebração de um culto que lhe fossecomumDessa comunhão surgiu um deus comum, superior à religião doméstica. Essa comunhão tambémtinha um cunho político(assembléia de deliberações) – RELIGIÂO + POLÌTICAA Fatria / Cúria tinha um altar próprio e seu deus protetor Agrupamento de Fatria ou Cúrias e Tribo, que tinha um deus, que era um homem divinzado ser umherói. A Tribo como a Fatria tinha assembléia e promulgava decretos.
CAP II–
NOVAS CRENÇAS RELIGIOSAS
Além do culto aos antepassados (mortos), culto à natureza física (água, fogo, terra,...). Ex.:Hera,Atena, Juno. A família continua sendo importante, mas deuses como Zeus, Apolo, Febo entravam(época da Ilíada, Odisséia). Dissociação: família / religião.
CAP III/IV– FORMA-SE A CIDADE / A CIDADE
A cidade era uma associação religiosa e política das famílias, das fratrias e das tribos, comdivindades comuns, que fundava-se num só dia. O santuário dessa sociedade era a urbe e lá surgia umanova religião. A cidade era o domicílio religioso que acolhia os deuses e os homens. A família tinhaa religião doméstica e a cidade tinha a religião da cidade.
CAP V– O CULTO DO FUNDADOR; A LENDA DE ENÉIAS
O fundador era o homem que realizava o ato religioso sem o qual a cidade não poderiaestabelecer-se, alguém respeitável, era o autor do culto e o pai da cidade. Ao morrer, o fundador tornava-se umantepassado comum para todas as gerações que se sucedessem. Acreditavam queEnéias era o fundador da cidade dos albanos e dos romanos.
CAP VI– OS DEUSES DA CIDADE
O culto era o vínculo unificador das sociedades.Cada cidade tinha deuses próprios, geralmente deuses de mesma natureza dos deuses dareligião primitiva das famílias.Também eram chamados deuses: lares, penates, gênios, demônios,heróis,todas as almas humanas divinzadas pela morte (geralmente ancestrais).Os mortos eram guardas do país, a eles rendia-se o culto.Outra espécie de deuses eram Júpiter (Zeus), Juno (mulher de Zeus) e Minerva (deusa deAthenas e Tróia).Para os antigos, jamais se representava Deus como um ser único.Cada cidade tinha seu corpo de sacerdotes que não comungava os ritos, cada uma tinha seulivro de orações epráticas, assim a religião era inteiramente local.

CAP VII – A RELIGIÃO DA CIDADE
Assim como no culto doméstico, no culto da cidade a principal cerimônia era o banquete emhonra das divindades comuns, na presença dos cidadãos, os quais sentavam à mesa sagrada,assumindo caráter sacerdotal (parasitas).Posteriormente, quem presidia os banquetes eram apenas os sacerdotes especiais (epulões).Ovínculo estreito que unia os membros de uma cidade era a religião, a sociedade humana erauma religião. Estavam, assim, ligados por algo mais forte que interesse, convenção ou hábito: acomunhão sagrada perante os deuses da cidade.Tais companheiros não poderiam ser abandonados na guerra.Destinavam determinados dias exclusivos para o sentimento religiosos, sem ocupaçõesterrenas, incluindo praticar o mal, ecada cidade tinha suas festas para suas divindades. Deveriam estar presentes todos os cidadãos do recenseamento e nenhum estrangeiro. Os homens que não seinscrevessem no censo eram punidos com a perda da cidadania. Só os “cidadãos” assistiam à festa dapurificação, mas suas mulheres, filhos, escravos, móveis e imóveis também ficavam purificados.ASSEMBLÉIA – o povo só se reunia em assembléia nosdias permitidos, fora esses não havia julgamentos nem reuniões.TRIBUNA – só se subia à tribuna com uma coroa e começava-se o discurso com uma invocaçãoaos deuses.SENADO – seu local de reunião em Roma sempre foi um templo.EXÈRCITO – na guerra a religião era ainda mais poderosa do que na paz, antes de partir a umaexpedição o general recitava orações e oferecia sacrifícios. O exército ostentava a...
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