Resumo sobre o texto: encontros e encantamentos na educaçao infantil

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RELATORIO SOBRE O TEXTO: ENCONTROS E ENCANTAMENTOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL



Andando por creches e pré-escolas publicas: Construindo uma proposta de estagio

O texto traz reflexões sobre a proposta da formação de educadores para a educação infantil de modo que possa atender os direitos que as crianças possuem de ter um atendimento de qualidade nas creches e a sua contribuição para a formaçãoda criança.

A educação infantil é um direito das crianças brasileiras

A partir dos anos de 90 começa-se a reconhecer o direito que as crianças possuem em ter um atendimento de qualidade nas pré-escolas e creches.
A qualidade do atendimento pode ser considerada pelos serviços prestados, como a necessidade e condição desse direito, acrescentando novas concepções de criança levando em conta odesenvolvimento infantil, de atividade, tempo, de espaço, objetivos e funções e cumprindo o dever de se cuidar e educar ao mesmo tempo.
Quando no texto se refere a aspectos de qualidade para a organização e funcionamento de creches, podemos encontrar de forma mais detalhada em um documento publicado pelo MEC, em 1995, titulado como “Critérios para um atendimento em creches que respeite osdireitos da criança”.
A partir dessa analise, e da delimitação dos critérios para se organizar o trabalho nas creches, pode-se observar um avanço no caminho para defender os direitos das crianças, sistematizando uma perspectiva comum em nosso país, sem que possa ser restritiva,uniforme e prescritiva, cumprindo e construindo uma pratica comprometida em atender com qualidade os serviços oferecidos ascrianças,ou seja, fazendo com que seja efetivada uma ação qualificada, entendo a criança como um sujeito que possui direitos e que para isso é preciso ter um profissional habilitado para lhe assegurar o cuidado e a educação na pratica cotidiana.
E se falando em formação é importante mencionar um aspecto que diz ao respeito a formação dos profissionais que atuam nas creches e pré-escolas, énecessário a formação mínima do magistério. Como vemos na Lei de Diretrizes e Bases de 1996:
“A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura,da graduação plena,em universidades enstituicoes superiores de educaçao,admitida,como formação mínima para o exercício do magistério[...](Lei 9.394/96,Art.62). (pg.18)”

No meio do caminho esta a diversidadeÉ muito comum quando falamos em curso superior para a formação de educador das crianças de 0 a 6 anos, se vê criticas com relação ao currículo que neles são desenvolvidos conteúdos que dão ênfase em particular aos aspectos de escolarização da Educação Infantil, secundarizando as questões voltadas aos cuidados oferecidos as crianças.
Nesse sentido a universidade é colocada como uma pedra praatrapalhar ou fechar as propostas impossibilitando de se articular as múltiplas vozes que denunciam a situação precária da educação infantil e reclamam as ações coerentes, como uma alternativa de reafirmar o que esta bom e o que não esta bom.

Universidade e creches: das interlocuções às alternativas para a formação do profissional de educação infantil

Nessa proposta se aprofunda as leituras darealidade problematizada da realidade e a partir disso pode construir um diagnostico para discuti-lo dentro do estagio, dialogando com aqueles profissionais que fazem parte do processo sendo eles:alunos,profissionais que atuam diretamente com as crianças,coordenação pedagógica e direção. Transformando em diretrizes que vão orientar a pratica dos estagiários nas instituições.
Essa participaçãopossibilita aos estagiários e profissionais para ganhar possibilidades de construir e experimentar e se construir como professor-pesquisador,exercitando a capacidade de ler a realidade e refletir sobre as necessidades, e no processo coletivo de reflexão arriscar propostas e alternativas de encaminhamentos.
No processo das observações dos alunos e do cotidiano é possível parar para refletir não...