Resumo marx, um toque de clássicos

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 7 (1742 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 29 de novembro de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
O livro “Um Toque de Clássico – Marx, Durkheim, Weber- Quintaneiro,Tania.” expõe um pouco sobre as obras de três grandes sociólogos: Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber. Nessa resenha, falarei especialmente sobre Karl Marx. O livro, ao falar de Karl Marx, divide-se em alguns capítulos: introdução; dialética e materialismo; necessidades: produção e reprodução; forças produtivas e relaçõessociais de produção; estrutura e superestrutura; classes sociais e estrutura social; lutas de classes; a economia capitalista; o papel revolucionário da burguesia; a transitoriedade do modo de produção capitalista; trabalho, alienação e sociedade capitalista; revolução; comunismo e conclusões. Falarei sobre cada um deles.

Na introdução, o autor expõe brevemente sobre a complexidade da obra de Marx equal impacto que ela teve no mundo. Ele cita, por exemplo, que para muitas pessoas a sociologia pós-Marx é um embate entre a corroboração e negação dos assuntos abordados por ele. E assim ele preparar o leitor para a exposição dos conceitos abordados por Marx.
Após o capítulo “Introdução”, vem o capítulo: “Dialética e Materialismo”. Nesse capítulo, o autor mostra como Marx rompeu com o conceitode dialética de Georg Wilheim Friedrich Hegel (1770-1831) e o conceito de materialismo de Ludwig Feuerbach (1804-1872), conceituando de maneira inovadora o que é chamado de materialismo dialético. Ao contrário de Hegel, que via nas idéias o propulsor do mundo, Marx via nas condições materiais o fundamento das transformações das coisas.

No terceiro capítulo “Necessidades: Produção e Reprodução”,o autor fala sobre as necessidades dos homens para Marx e como eles satisfazem essas necessidades através da produção. Para Marx, ao contrário dos animas que produzem apenas o que é necessário, os homens produzem mais do que o necessário, “o homem cria também segundo as leis da beleza”. Além disso, ao produzir para sua sobrevivência, o homem organiza-se socialmente e, consequentemente, geranecessidades que vão além das necessidades naturais e físicas. E essas necessidades, naturais e artificiais (criadas pela produção social), vão se incorporando às sociedades e vão se reproduzindo nas próximas gerações.

No capítulo “Forças Produtivas E Relações Sociais”, o autor define o conceito de forças produtivas e relações sociais de produção para Marx. O primeiro seria equipamentos econhecimentos que o homem detém para dominar, controlar e transformar a Natureza com objetivo de produzir bens materiais, sendo que este se desenvolveria de maneira contínua, passando de geração a geração. Enquanto o segundo diz respeitos as relações entre os homens no processo de produção, como eles se organizam para produzir, como são distribuídos os equipamentos, as tecnologias, o conhecimento, ocontrole dos meios de produção e tudo aquilo que diz respeito ao processo de produção.

No quinto capítulo “Estrutura e Superestrutura”, o autor demonstra que para Marx, a sociedade seria formada por uma estrutura, soma das forças produtivas e relações sociais de produção, e a superestrutura, aquilo que é produzido pelo homem que não é material (ideologias, concepções religiosas, conhecimentocientífico, entre outras coisas), sendo que a primeira gera a segunda.

No próximo capítulo, “Classe Social e Estrutura Social”, percebe-se que para Marx, o surgimento da divisão social do trabalho e da apropriação privada dos meios de produção se deu pelo excedente de produção, pois quando o homem só obtinha da natureza o necessário para sobrevivência não existe divisão do trabalho, muito menos aexploração de homem pelo outro. A apropriação privada dos meios de produção é o que criou as classes sociais, de um lado os proprietários dos meios de produção e do outro lado os não proprietários. Marx criticava veemente essa apropriação, pois existiria a exploração de quem detinha os meios de produção, mas não produzia, sobre os que produziam, mas não detinham esses meios. Além disso, quem detinha...
tracking img