Resumo fruto proibido

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  • Publicado : 6 de maio de 2012
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Capítulo 1 – Fruto Proibido
O rosto dele estava vermelho de frio, o vento cortante parecia procurar cada mínimo espaço entre os dois para lembrar que poderiam ficar mais juntos. Mas Ginny sabia que não era só frio: era tensão. Não sabiam ao certo o que estavam fazendo, era para ser apenas uma bobagem, e subitamente estavam fugindo do castelo no meio do inverno para se encontrarem entre asárvores cheias de gelo. A neve que cobria o chão era a única coisa puramente branca em toda Hogwarts naqueles tempos sombrios. Os olhos dela brilharam, e ela não se sentia tão viva desde... Bem, há meses. Era melhor nem pensar naquilo.
Era uma completa idiotice. Acabariam morrendo de frio, pagando com a vida pela travessura. Os dedos de Draco passeavam por sua nuca, gelados contra a pele quente, e elase permitia aproveitar o momento sem grandes pensamentos. Era melhor assim. Era justamente a razão pela qual os dois estavam ali, os corpos colados, os lábios roçando sem nunca encostar realmente. Em um ímpeto ousado, ela deslizou as mãos por baixo da capa e da camisa de Draco, esquentando-se em suas costas. Ele gemeu baixinho ao sentir o contato leve e frio dos dedos dela contra sua pele pálida. Agarota riu e mordeu o lábio, e ele observou o gesto atentamente, com uma expressão de ainda mais tesão.
Ele deu um passo à frente e em um movimento rápido deixou-a de costas para si forçando-a a apoiar-se na árvore congelada. Ele pressionou seu corpo contra o dela e ela pode senti-lo pulsando contra si. O coração acelerado batia contra suas costas, e ela sentia a pressão do quadril dele contra oseu. Os dedos puxaram seus cabelos para o lado, deixando que a boca encontrasse a nuca, fazendo-a soltar um suspiro de satisfação. Lenta mas deliberadamente as mãos dele subiram pela frente se sua roupa, envolvendo seus seios. A garota tremeu, temendo e desejando, como sempre, sem saber como deveria reagir. Uma parte de si estava incrivelmente excitada, outra dizia que aquilo era ir longe demais.Ele apertou-os na palma das mãos, e ela respirou fundo, tentando conter-se. Tomando o suspiro por aceitação, ele desceu com as mãos até a base da saia, voltando a subir com as mãos agora por baixo da blusa, tocando-a com mais vontade.
Os dedos dele eram finos e ásperos, e involuntariamente gemeu com o contato. Ele pressionou-a mais contra a árvore onde estavam, esfregando o quadril no dela, epela primeira vez ela reagiu, de fato, esfregando-se de volta contra ele. Ela passou as mãos pelos braços magros, colocando as suas mãos sobre as dele e o estimulando a continuar. Sentiu uma mordida leve em seu pescoço, e exibiu-o, como se pedisse mais. Os movimentos eram quase involuntários, meio desajeitados, e o frio parecia poder ser cortado pela presença do outro.
A mão esquerda dele desceu,soltando o seio que segurava, correndo para baixo de sua saia, entre suas pernas. Pensou em falar algo, mas a umidade acumulada ali deporia contra ela: queria. Tinha medo, mas a vontade era dona, e ela não ouvia a nenhuma razão. Ouviu-o gemer quando puxou a calcinha para o lado, tocando seus pelos, procurando o lugar certo. Vagarosamente, ajeitando-se contra ele, tentando não usar as mãos paraguiar, ela o posicionou o mais próximo possível do ponto exato onde queria ser tocada. O som engasgado em sua garganta o disse quando acertou. Os movimentos circulares dos dedos a faziam passar a realmente gemer, enquanto a outra mão dele continuava a provocar seu mamilo direito. O prazer era tanto, e a vontade tão grande, que mal sentiu quando ele tirou a mão direita de seu seio. Ele se afastou umpouco, sem deixar de tocá-la lá embaixo. Só sentiu algo de diferente quando o roçar em sua bunda deixou de ser áspero e seco para ser liso e molhado. Nem mesmo teve tempo de se virar antes de sentir que ele começava a entrar.
"Não!" falou assustada, e ele parou trêmulo.
"O que foi?"
Ela virou-se o máximo que conseguiu, olhando para ele.
"Não quero... isso."
Ele a olhou com desprezo e...
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