Resumo dos 3 capitulos o mal estar na civilização

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  • Publicado : 21 de novembro de 2011
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Capítulo I

Segundo Sigmund Freud, poucas pessoas se espelham naquelas que já estiveram neste mundo e foram “grandes”. As pessoas estão mais preocupadas em conseguir os seus bens.

Freud encara a religião como “ilusão” presente nas pessoas, porém não em todas. Para ele é um sentimento que vem da natureza humana e não pode discutir, mas, sim, interpretá-la corretamente sendo como a fonte davida ou não. È como um sentimento que segue pela vida do homem, este que contém o ego e o id, os dois conduz a sua “personalidade” e que passa por desenvolvimento conforme for crescendo. “Uma criança recém-nascida ainda não distingue o seu ego do mundo externo como fonte das sensações que fluem sobre ela, porém, até mesmo o sentimento de nosso próprio ego está sujeito a distúrbios, e as fronteirasdo ego não são permanentes. diferenciar entre o que é interno – ou seja, que pertence ao ego – e o que é externo – ou seja, que emana do mundo externo quão longe”, Freud.

Ele compara o passado da cidade com o passado da mente e chega à ideia que temos as características da vida mental através de sua representação em termos pictóricos e que só na mente é possível a preservação de todas as etapasanteriores, lado a lado com a forma final. Então, o que se passou na vida mental pode ser preservado, sem ser, necessariamente, destruído. Surgindo em muitas pessoas as necessidades religiosas.

Capítulo II

Ainda falando de religião Freud ressalta como é vasto o número de pessoas de hoje que não podem deixar de perceber a religião é insustentável. E como ele diz, todo sofrimento nada mais édo que sensação. Só existe na medida em que o sentimos, e só o sentimos como consequência do nosso organismo.
Como a vida nos propõem muita tarefas, sofrimentos a religião é um escape para nos fortalecer e o homem busca respostas e muitas vezes só a religião é capaz de resolver a questão do propósito da vida.
Para ele usamos de técnicas para afastar o sofrimento, um exemplo são as pessoas queusam a arte como uma forma de alivio, porém, a arte não lhe pode atribuir um valor alto demais como fonte de prazer e consolação na vida. Então o afastamento passageiro das pressões das necessidades vitais, não sendo suficientemente forte para nos levar a esquecer a aflição real e se quisermos ser de algum modo ser feliz, temos de romper todas as relações com a fonte que nos traz o sofrimento, mesmoa religião não consegue manter sua promessa. O que resta é a procura do homem por aquilo que lhe da prazer e afasta a dor.

Capitulo III
Freud deixa claro que nunca dominaremos completamente a natureza, e o nosso organismo corporal, ele mesmo parte dessa natureza, permanecerá sempre como uma estrutura passageira, com limitada capacidade de adaptação e realização.
Em sua investigação pelafelicidade e conclui que, se não podemos afastar todo sofrimento, podemos afastar um pouco dele e mitigar outro tanto.
Porém, todas as coisas que buscamos a fim de nos protegermos contra as ameaças oriundas das fontes de sofrimento, fazem parte dessa mesma civilização.
Durante as gerações os homens se orgulham de suas realizações e têm todo direito de se orgulharem. Contudo, parecem ter observadoque o poder recentemente adquirido sobre o espaço e o tempo, a subjugação das forças da natureza, consecução de um anseio que remonta a milhares de anos, não aumentou a quantidade de satisfação prazerosa que poderiam esperar da vida e não os tornou mais felizes.
E Freud nos surpreende com sua pergunta “de que nos vale uma vida longa se ela se revela difícil e estéril em alegrias, e tão cheia dedesgraças que só a morte é por nós recebida como uma libertação?”
Por mais que o homem não parece se sentir confortável na vida atual, também não podemos saber se ele se sentia feliz antes. E para ele primeiro alojamento, pelo qual, com toda probabilidade, o homem ainda anseia, e no qual se achava seguro e se sentia à vontade foi o útero materno.

Há muito tempo atrás, ele formou uma concepção...
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