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Tempo de não Esquecer

Tempo de não Esquecer

Trabalho referente á disciplina de: Introdução á Sociologia
1 período
Turno: noturno
Orientador:
Realizado pela aluna

Gurupi
2012

Sumário

Introdução ........................................................... 4
Desenvolvimento ................................................ 5-18
Conclusão............................................................ 19
Referências bibliográficas ............................... 20

Introdução

Neste trabalho, falarei um pouco sobre o mundo em que vivemos hoje, as políticas públicas, economia, meio ambiente e cidadania, espero poder ajudar na compreensão para obtermos uma melhoria na cidadania para uma dignidade humana.
Citarei também, um pouco sobre os trabalhadores urbanos e rurais, a precariedadede falta de serviço e uma qualificação melhor para que os mesmos possam ser privilegiados em seu ambiente de trabalho, “se tiverem trabalho”.

Desenvolvimento
O Brasil contemporâneo é cada vez mais parecido com o Brasil do passado. Isso porque nossa economia está cada vez mais dependente aos desígnios externos, não fomos capazes de criar uma economia verdadeiramente independente. Os trabalhadoresurbanos e rurais continuam sem condições de construírem um projeto nacional autônomo de desenvolvimento nacional, assim como os grandes proprietários de terras, comerciantes e industriais associados ao capital estrangeiro continuam incapazes e sem querer contribuir com a efetivação de um projeto de nação, que promova o crescimento econômico e a efetivação de uma economia independente de fato, noplano econômico e na sua lógica de funcionamento.
Nos últimos 184 anos, fomos capazes de fazer o Brasil ser a 8ª economia industrial do mundo, capazes de fabricar máquinas sofisticadas, criar grandes empresas públicas, que ajudaram o Brasil ser competitivo, dominando setores industriais da 2ª e 3ª revolução industrial, melhorar o nível de ensino médio de vida de criarmos um povo novo, que não estádividido por profundos rancores religiosos, históricos, regionais e culturais. A independência e a República, que em quase toda a América deu lugar a um profundo esforço nacional por levar o nível cultural da população, capacitando-a para o exercício da cidadania, no Brasil nunca ensejou um esforço equivalente.
No Brasil de hoje continua prevalecendo o senhorialismo e sucessão tranquila dasclasses dirigentes, marcadas pelo mandonismo, patriarcalismo e conservadorismo político, incapaz de ensejar uma renovação política profunda de lideranças, de modelo econômico e rumos de desenvolvimento. É verdade que nos últimos 184 anos o país assistiu a expansão dos serviços públicos. Mas tudo isto foi entregue majoritariamente aos capitais estrangeiros, que passaram a comandar o ritmo dodesenvolvimento econômico, o que acabou gerando ferozes ditaduras de todo tipo de violências, principalmente contra os despossuídos do Brasil.
Fazendo o país cair da 8ª economia industrial para a 15ª, depois da privatização acelerada, do aumento exponencial da informalidade, da desindustrialização avançada, da tragédia do desemprego e da financeirizão globalizante muitos chegaram a acreditar que toda essairracionalidade chegaria ao fim com a eleição do primeiro presidente de origem operária.
Compreender a dependência e o elitismo nacional que atravancam até hoje o desenvolvimento econômico, político e social do Brasil é fundamentalmente compreender a gênese de formação da nação brasileira, é colocar em discussão questões relativas às interpretações do Brasil, é buscar compreender na visão dosgrandes pensadores da história nacional sobre a formação econômico-social brasileira, suas possibilidades, dilemas, ambiguidades, modernização e modernidade.
Construir uma nação será obra de gerações que em meio a contradições monumentais e conflitos múltiplos consigam resolver essas contradições e conflitos, superando as pressões esmagadoras, as misteriosas distorções e os abismos sociais e pessoais...
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