Resumo do livro o principe.

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  • Publicado : 8 de agosto de 2012
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Resumo – O Príncipe - Maquiavel

O Príncipe é um comentário da vida política da época, com uma conclusão que discuti a libertação da Itália dos franceses e espanhóis, considerados bárbaros em suas intervenções políticas. A obra foi escrita em 1513 e dedicada a Lourenço de Médici. O príncipe de Maquiavel é considerado como um manual para governadores, pois tenta explicar como conquistar e mantero Estados, além de outros temas como alianças, negociações e acordos políticos, relações entre o Estado e o povo, política interna e externa, corrupção, nepotismo e favorecimento. O livro também é considerado como um ensinamento para que um príncipe poça conquistar um Estado e manter o domínio sobre ele como, por exemplo, Principados hereditários, por já estar afeiçoada a família do príncipe eacreditam-nos valores de sua família e na sua relação com o povo. 
Os Estados são classificados, pôr Maquiavel, como repúblicas ou principados, hereditários ou novos, que são conquistados ou recebidos. Maquiavel distingue ainda os principados de extrema fé, que, segundo ele, são mais difíceis de serem conquistados, pois são pelo mérito e se sustentam na rotina da religião.
A parte inicial do livrorepassa as formas de Estados, que podem ser hereditários como os principados. Os Estados hereditários são aqueles ligados ao sangue de seu príncipe por isso são mais fáceis de mantê-los, basta o príncipe seguir os mesmos passos dos seus ancestrais, pois uma mudança deixa sempre base para a edificação de outra. Consideram-se inimigos do príncipe todas as pessoas que se sentiram ofendidas com aocupação do principado. Não acomodar com as novas situações é fundamental, pois se tal príncipe for de inteligência comum, sempre se manterá no seu estado, a não ser que haja força extraordinária e excessiva, que o prive deste, mesmo que seja privado deste, por pior que seja o ocupante, pode readquiri-lo. Estes Estados são mais bem vistos pela população, porque o príncipe herdeiro tem menores causase menores necessidades de causar mal, daí provém que seja mais amado. Devido à facilidade com que estes são governados, fala pouco sobre este tipo de Estado.
Maquiavel apresenta os problemas e as dificuldades, e isso tudo é demonstrado de uma forma que parece não haver solução. Porém, logo em seguida ele apresenta não só a solução para os problemas como também conselhos, os quais o governantedeve seguir se quiser ser bem sucedido em relação a sua liderança na concepção de estado.
 Se um príncipe anexa um Estado a outro mais antigo, e sendo este da mesma província e da mesma língua, ele será facilmente conquistado. Porém, para mantê-lo deve-se extinguir o sangue do antigo governante e não alterar as leis nem os impostos. Agindo dessa forma, em pouco tempo está feita a união ao antigoEstado. 
Em Estados conquistados, existem três formas de mantê-los, o primeiro é arruiná-los a segunda é ir habitá-los pessoalmente e o terceiro é deixar que vivessem com as próprias leis, exigindo-lhes evolução e criando um Estado, que se conservem amigos. Descreve como a forma mais segura é arruiná-los ou habitá-los.
Para Maquiavel, o homem deve seguir o caminho já traçado por vencedores, paraque, se seu valor não lhe satisfaz, ao menos lhes proporcione algum exemplo digno de honestidade, pois estes são considerados bons exemplos para serem seguidos.
Os reinados novos onde reina um príncipe novo pode encontrar dificuldade para conserva-lo e também depende da capacidade e competência do governo. Segundo Maquiavel, os pensadores avaliam ações e a vida, e se percebe que durante toda suavida recebeu da sorte a oportunidade, sem essa oportunidade sua força e ânimo desapareceriam e sem essa força a ocasião teria sido em vão. Sem essa força se conquista o principado com mais dificuldade, mas com facilidade conseguem conserva-lo e renasce, em parte, das novas leis e costumes, que são forçados a introduzir para criar o seu Estado e a própria segurança. Já os conquistados por sorte...
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