Resumo do livro o banquete de platão

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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO
CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS
CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
DISCIPLICA: INTRODUÇÃO À FILOSOFIA
PROFESSOR: ERMANO RODRIGUES

ANÁLISE DO LIVRO O BANQUETE DE PLATÃO

LUANA FALCÃO ARAÚJO
RECIFE, 24 DE FEVEREIRO DE 2013.

INTRODUÇÃO:

O SIMPÓSIO:
O livro “O Banquete” de Platão inicia-se com Apolodoro dirigindo-se à Falero, local onde residia vizinho deAtenas, quando é parado por um conhecido que o questiona a fim de saber algo sobre o discurso que Agáton, Socrátes e outros pronunciaram o deus do amor, Eros. Apolodoro diz que tudo o que ele sabe, devem-se as informações dadas por Aristodemo um homem que esteve presente no banquete e era um dos maiores admiradores de Sócrates.
Tudo começou quando Sócrates foi fazer uma visita ao seu amigo Agáton,para parabeniza-lo pela sua tragédia escrita, Sócrates convida Aristodemo, que se envergonha de ir também, por não ter sido convidado, pois Agáton não o encontrou a tempo para lhe fazer o convite. Chegando na casa de Agáton, após o jantar, Pausânias, que também se encontrava presente, dá início a uma discussão sobre beber moderadamente, Aristófanes concorda e expõe sua posição afirmando que aembriaguez para ele é uma coisa lastimável para o homem e que nunca aconselharia alguém a beber, então, todos chegam então a conclusão de passar a reunião bebendo sem chegar ao estado de embriaguez, e partir daí, Erixímaco inicia seu discurso com palavras de Fedro em relação a sua incompreensão que muitos deuses tenham sido celebrados por inúmeros poetas, mas que estes, deixam de lado, o deus Eros,para ele o mais poderoso.

DISCURSO DE FEDRO:
Fedro fala de Eros, o deus do amor e de sua origem e importância. Segundo ele o sentimento de amar deve reger toda conduta nossa para se viver honestamente, pois, as boas ações ligam-se com o amor. Fedro supõe a possibilidade de formar um estado composto apenas por amantes e amados, esse estado teria uma constituição política insuperável, porqueninguém praticaria ações desonestas. Por fim, ele fala do auto sacrifício por amor, e suas vantagens, e dá o exemplo de Alceste, filha de Pélias, que morreu no lugar do seu marido, por amor. Por sua coragem, Alceste, teve a permissão dos deuses para sair do Hades, a casa dos mortos. Em sua concepção ele acredita que os deuses honram as atitudes inspiradas pelo amor, admirando e recompensando. Logo, oamante, aquele que comete o sacrifício por amor, está mais perto dos deuses do que o amado, porque é possuído por um deus.
DISCURSO DE PAUSÂNIAS:
Pausânias afirma que Eros não é um deus só, por este ser inseparável de Afrodite que é dividida em duas: a Afrodite mais velha e sem mãe, filha de Urano, Urânia, a celestial e a Afrodite mais nova, filha de Zeus e Dione, Pandêmia, a popular. Logo,existem dois Eros também, e era preciso tomar conhecimento de cada um deles para saber qual deve ser louvado.
A divisão do Eros, para ele seria assim:
O Eros da Afordite popular desconhece as regras e amam o homens vulgares e inferiores, amam mais o corpo do que o espírito e são tomados por luxúria. Os seguidores desse Eros são os amantes vulgares, pois esse amor não é duradouro, eles se prendem aalguém e quando este alguém envelhece e perde a beleza, são abandonados.
O Eros da Afrodite celestial, esta que é mais velha e não excede na luxúria, amam o sexo masculino que é mais forte e inteligente, não amam as crianças e sim os adolescentes que despertam sua inteligência na puberdade; Os servidores desse Eros acreditam e estão preparados para uma união duradoura sem simples seduções,enganações e abandona repentino.
Pausânias acredita que uma lei que proibisse amar as crianças deveria ser vigorada, pois não se pode prever o que um menino virá a ser quando crescer, se bom ou mau e que a mesma lei deveria ser imposta aos amantes vulgares, que já são obrigados a não amarem as mulheres livres. Os amantes vulgares desacreditam no amor ao ponto de muitas pessoas afirmarem que é indigno...
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