Resumo do livro a hora da estrela

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS
CAMPUS II – SANTANA DO IPANEMA

Gilvan Basilio do Nascimento

RESENHA CRÍTICA
A Utopia das Instituições de Ensino e a Transformação pelo Afeto e o Amor individual à Educação

Santana do Ipanema – AL
2012
A Utopia das Instituições de ensino e a transformaçãopelo afeto e o amor individual a educação

Este trabalho é baseado no filme O contador de História produzido pelo diretor de teatro e cinema, cineasta e publicitário Luiz Villaça que nasceu em São Paulo no ano de 1966, que produziu além deste filme que lhe proporcionou dois prêmios no II Paulínia Film Festival, o de Melhor Filme e o Prêmio Especial do Juri, o filme Por Trás do Pano; Cristina QuerCasar e Retrato Falado um quadro de sucessopara o fantástico.
O diretor cinematográfico Luiz Villaça descobriu a história de Roberto Carlos Ramos ao ler para o filho um livro infantil. Impressionado pela vida que Roberto Carlos levara, resolveu transformar a história em um filme, que produziu juntamente com Denise Fraga e estreou em agosto de 2009 no Brasil.
Roberto Carlos Ramospedagogo, escritorde literaturas infantis e contador de história, nasceu em Belo Horizonte em 20 de novembro de 1965. Foi condecorado e premiado: Membro da Associação Internacional de Contadores de História e Valorização da Expressão Oral de Marselha/França; Movimento GNT/A Vida Como Ela Pode Ser – Parque Ibirapuera SP: “Certificado de Participante do Movimento GNT, Paz nas Cidades; Agraciado entre 16 e 17 deagosto, em Seatle (EUA), com o prêmio “The Ten Best”, como um dos dez melhores contadores de história da atualidade; Agraciado com o premi Federasul (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), como melhor palestra proferida em 2000; Agraciado em 3 de março de 2001 com a comenda da Paz Chico Xavier, pelo governo do Estado de Minas Gerais; Agraciado no dia 1º de maio de 2001 com o prêmioSou Voluntário Sou Minas Gerais, na categoria Exemplos que Motivam; Agraciado em 24 de maio de 2002, com o prêmio máximo da indústria mineira, pela FIEMG, na categoria “Dignificação Humana”. Sua obra consiste de sete livros: A Arte de Construir Cidadãos: As 15 lições da Pedagogia do Amor;When The Night isDark in Brasil; Marambaia; O Contador de Histórias; Resgatando e Contando Nossas HistóriasFolclóricas; O Dia depois de Amanhã em Minas e O Morro e a Morte.
Roberto Carlos era o menor entre dez irmãos que vivia numa favela na periferia de Belo Horizonte – MG. Levado pela mãe ao completar seis anos de idade para uma instituição do governo federal chamada FEBEM (Fundação para o bem-estar do menor), movida por uma propaganda da mídia televisiva onde dizia que na FEBEM entrava menino e saíadoutor e na esperança de salvar pelo menos uns dos filhos da degradante situação que vivia naquela época de conflitos e necessidades causada pela ditadura militar.
Roberto era um menino de extraordinária criatividade, um eximo criador de estórias para fugir dos castigos e conseguir um pouco mais de alimentação, aprendeu que na instituição onde estava tinha que falar palavras de baixo-calões para serrespeitado pelos demais meninos ali com ele internado. Aos dozes anos ainda analfabeto teve que mudar de repartição, pois a idade que tinha não dava mais para permanecer entre os meninos de idade menores, foi quando começou uma vida de fugas e delinquências pelas ruas de Belo Horizonte, sendo classificado pela a instituição de irrecuperável.
Aos treze anos de idade ao voltar de uma fuga Robertose depara com uma pedagoga francesa que fazia uma pesquisa para defesa de sua tese de doutorado, MargheitDuvas, que se interessou pelo caso de Roberto e o tornou seu objeto de pesquisa. Mesmo já tendo uma aproximação com a pedagoga e já ter contado a estória de como foi parar ali na FEBEM, estória e não história, por que Roberto contou uma história fictícia que ele havia criado, um assalto feito...
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