Resumo do livro de serafine mary

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Livro Serafine mary
. Music as cognition. The development of thought in sound. New York, Columbia University Press, 1988.
Este livro foi iniciado em 1971, depois que comecei a dar aulas de piano a hábeis alunos, inclusive crianças. Num determinado momento, estava ensinando uma criança a usar o metrônomo e ela teimava em afirmar que o metrônomo seguia a música, e não vice-versa. Quando amúsica corria, ela achava que o metrônomo também corria.
Um estudo subsequente chegou à conclusão que o ritmo percebido por crianças não é tão regular quanto o indicado por nosso sistema notacional e imposto pelos adultos nos estudos de ritmo e sim, variável (Serafine, 1979). Ao invés disso, crianças percebiam um “ritmo”, que, no total, não estava separado do ritmo propriamente dito, mas que não erao ritmo propriamente dito. Isso criou para a minha mente a possibilidade de que o que as crianças geralmente mais ouvem da música não é no total parecido com aquilo que é escutado pelos adultos. Este livro é uma tentativa de determinar onde a música reside.
* Conclusão:
* Música como comunicação;
* Música como emoção;
* Música como som;
Capítulo 1 - Problema: de onde vem a música?Um fenômeno onipresente e universal, inexplicada por qualquer teoria prática e por sua natureza ilusória, a origem da música têm dado ênfase, entre outras coisas, à música como uma necessidade de comunicação emocional, ou uma inerente ordem matemática, ou prazer de belos sons.
1) todas as culturas possuem música e todos os
indivíduos dela têm conhecimento em algum grau; 2) há muitos ediferentes tipos
de música, mesmo dentro de uma única cultura; 3) a música sofre mudanças; 4)
os jovens de uma determinada cultura costumam adotar os gostos musicais gerais
de seus antepassados.
Universalidade
São dois os sentidos da música ser universal: nenhuma cultura existe sem música e todos os indivíduos têm conhecimento dela, em um considerável grau. Se as culturas forem definidas por regiãogeográfica, classes sociais ou grupos de idade, cada qual tem sua música; cajun, clássica e heavy metal são espécies de música associadas, respectivamente, a cada cultura.
Muitos leitores não terão dificuldade em concordar que a música existe em todas as culturas, mas terão restrições a respeito de todas as pessoas terem conhecimento de música em um grau importante.
Em um grau mais simples,qualquer pessoa pode, facilmente, distinguir uma música de outros sons e pode identificar sua própria música como distinta de outras estrangeiras. Pode identificar um estilo musical como folclore, clássico ou jazz (talvez fazer até distinções melhores) e decidir sua preferência. Pode, certamente, reconhecer uma melodia familiar, não como simples acompanhamento de outra música.
Diversidade
Hámuitas e diversas músicas. Elas tomam a forma de estilos diferentes e grande parte delas pode coexistir dentro de uma mesma cultura. A evidência disso reside no grande número de modelos que denominam a música: barroca, impressionista, dodecafônica, big-band, blues, gospel, e Dixieland, entre outros. Cada estilo, na devida medida, é uma entidade distinta, com suas práticas de composição. Uma dastarefas da teoria geral da música é abranger todas essas múltiplas, diversas e coexistentes músicas.
Mudança
A maior dificuldade, é o fato de que os
estilos musicais mudam evoluindo para novos estilos, e tornando-se, assim, obsoletos.
A obra de Beethoven, passando do clássico para o romântico, é um claro exemplo.
A diversidade de mudanças de estilo tem sido motivo de maior bloqueio
para asteorias psicológicas da música porque, como bem se pode observar, tem
sido difícil conceituar os processos psicológicos aplicáveis ao estilo tonal europeu
escrito entre 1650 e 1900. Enfim, nenhuma teoria musical pode ignorar mudanças
no estilo musical.
Aquisições
A maior dificuldade, é o fato de que os
estilos musicais mudam evoluindo para novos estilos, e tornando-se, assim, obsoletos.
A...
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