Resumo do filme '' o nome da rosa ''

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  • Publicado : 18 de novembro de 2012
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FICHA DE TRABALHO SOBRE O FILME O NOME DA ROSA
A uma abadia medieval chegam Guilherme de Baskerville e Adso para um debate que vai opor monges franciscanos e delegados do papa. O problema em debate é o da pobreza de Cristo e de decidir se a Igreja deve abdicar dos seus imensos bens, para os dar aos pobres.
Quando Guilherme suspeita de ter ocorrido uma morte, o abade, que procurava escon­der ofacto, afirma que foi um acidente devido à presença do Diabo ou do maléfico. Não satisfeito com esta "explicação", Guilherme avança a hipótese de Adelmo não ter sido morto pelo Diabo nem por qualquer homem.
Convence o abade e os monges disto mesmo e por momentos parece que a paz de espí­rito regressa à abadia, afastando-se a crença de que o Diabo a assombrava.
Durante uma celebração matinaldescobre-se, contudo, que uma nova morte ocorrera: a do tradutor de grego, Venâncio, especialista em Aristóteles. Regressa, na crença dos Monges e do Abade, a hipótese de o Diabo ser a causa das duas mortes. Guilherme man­tém a convicção de que Adelmo se suicidou, mas não considera possível explicar a morte de Venâncio do mesmo modo. Para ele, a morte de Venâncio é o verdadeiro problema e ainda vailevar algum tempo a formular uma hipótese explicativa (repara, contudo, que o morto tem um dedo manchado de tinta).
Orientado por esse indício e pela questão de saber onde encontrou Venâncio o "anóni­mo" autor da sua morte, Guilherme dirige-se, na companhia de Adso, à sala de leitura (ao "Scriptorium"), onde Venâncio trabalhava e também onde, suspeita Guilherme, terá aparecido morto. Guilherme pedepara examinar a obra realizada pelos dois monges fale­cidos, Adelmo e Venâncio. As iluminuras de Adelmo revelam-se satíricas, pouco lisonjei­ras para os altos dignitários da Igreja. O exame é interrompido pela chegada do "vene­rável irmão Jorge" que se envolve em polémica com Guilherme contra a comédia e o riso, negando mesmo que o 2.° volume da Poética, de Aristóteles, dedicado à comédia, tenhaalguma vez sido escrito. Depois desta breve mas intrigante intromissão do monge cego, o nosso "detective" tenta examinar a secretária onde Venâncio trabalhava. No entanto, a atitude do bibliotecário-ajudante Berengário fá-lo desistir. A visita ao Scriptorium não se revelou, contudo, inútil. A pouca quantidade de livros existentes nas estantes da sala de leitura de uma abadia conhecida pelo grandenúmero de escribas, tradutores, copistas e pensadores que a habitavam é, para Guilherme, desconcertante. Onde estarão tais livros? Quem controla a sua leitura? Guilherme está convicto de que estarão na torre da abadia.
Nessa noite, Guilherme e Adso regressam, depois de uma pequena "chantagem" ao irmão Remígio, ao Scriptorium, onde Berengário folheia, deslumbrado, um livro. A sua intenção éencontrarem, através da porta interior da sala de leitura, acesso à torre onde julgam estar a Biblioteca. Não sendo isso possível, dado que a porta se encontra fechada por dentro, Guilherme decide ir à secretária do infeliz Venâncio para verificar o que Berengário, o bibliotecário-ajudante, tentara impedi-los de consultar.
Encontra no meio dos livros um papel com uma mensagem cifrada em código zodiacal.Berengário, que os espiara desde o início, consegue, mediante um estratagema simples, afastá-los da secretária e apoderar-se de um livro que estivera a ler, fugindo no meio da escuridão e indo escondê-lo num dos armários da sala do ervanário.
Prosseguindo as suas investigações junto de Salvatore – o corcunda –, Guilherme con­vence-se de que o irmão Berengário é a chave do enigma que tentadecifrar.
Na altura em que os monges franciscanos chegam à abadia para o aguardado debate sobre a pobreza de Cristo, acontece outra morte – a do bibliotecário-ajudante, Berengário, novamente com o dedo indicador – que folheia os livros – manchado de tinta. Tudo se relaciona com livros perigosos e sobretudo com um livro em que Aristóteles dis­sertava sobre a comédia (como se verá no fim), isto é,...
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