Resumo de utopia

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  • Publicado : 30 de setembro de 2012
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Resenha de utopia.
INTRODUÇÃO
UTOPIA é uma obra literária escrita por Thomas Moore, diplomata britânico, ligado à igreja católica. Nascido em Londres em 1478, por conta de seus sucessivos posicionamentos contra atitudes do rei Henrique VIII, como renegar a igreja católica e se divorciar para casar com Ana Bolena, foi acusado de alta traição e decapitado em 1535.
Em Utopia THOMAS MOORE ouTHOMAS MORUS, como assina a obra, critica as instituições de sua época e descorre sobre uma sociedade ideal, onde não há propriedade privada e o bem comum é o que há de mais precioso para a sociedade.
Este livro segue exercendo influência sobre pensadores e filósofos ao longo dos tempos e formou um novo termo que representa um ideal de felicidade seja para sociedade ou para o indivíduo.
A obra foidividida em dois capítulos, sendo que o segundo capítulo é subdividido em oito tópicos.
Tem como um dos personagens centrais, RAFAEL HITLODEU, viajante português, que a despeito da aparência de um simples capitão de navio, se mostra um sábio filósofo e grande observador dos povos que conheceu durante suas viagens.
Morus conhece Raphael durante uma de suas missões diplomáticas, onderepresentava os interesses de Henrique VIII perante representantes do Reino de Castela. Como as negociações que se davam Em Flandres na Bélgica, não caminhavam, e os representantes de Castela saíram da cidade para encontrar com seu príncipe, Morus se dirige à Antuérpia, onde conhece de Pedro Gil,`` antuerpiense de uma grande integridade”. Este lhe apresenta Rafael com grande entusiasmo. Incitado por PedroGil, Rafael discorre com propriedade e observações inteligentes sobre os povos que conhecera durante suas peregrinações, o que acaba por torna-lo admirável aos olhos de Morus.
Quando questionado porque não se põe a serviço de algum rei como conselheiro ou preceptor, Rafael afirma que não seria ouvido nas cortes pois os príncipes gananciosos que são e com a sede de guerra que têm , não ouviriam seusconselhos. Além disso , gostam de cercar-se de bajuladores. Começa a falar sobre sua estadia na Inglaterra , onde foi acolhido por um cardeal conhecido de Morus. durante um jantar, discute com um magistrado sobre a situação do país, que se encontra infestado de ladrões mesmo com pena de morte para quem for pego roubando. Observa que a pena é dura demais para fazer justiça, pois assassinos tem amesma sorte, porém é fraca para fazer cessar os roubos. Além disso é perigosa para a sociedade, pois o ladrão, com medo de ser denunciado e morrer na forca, mata a vitima do assalto para ocultar o crime, tornando – se assim um assassino . Discorre sobre a causa dessas mazelas, como a injustiça social, o sustento de exércitos em tempo de paz, nobres que vivem da exploração do povo e que sustentamvassalos preguiçosos , que não são acostumados ao labor, mas quando caem em desgraça com seus senhores, não tem fonte de renda e não são empregados nem mesmo pelos camponeses pois não seriam úteis, já que não sabem trabalhar. Aponta também os cercamentos das terras férteis para transformar em pasto para carneiro como uma das causas dessa penúria. Os grandes proprietários despejam as numerosasfamílias rurais de suas terras e colocam poucos homens para cuidar do rebanho. já que, ao contrario da agricultura, criar ovelhas emprega pouca mão de obra, as famílias rurais sem trabalho partem para as cidades, onde vivem como mendigos e são obrigadas a roubar para comer. A sociedade abandona crianças á própria sorte, deixando que sejam criadas pela corrupção e imoralidade, para que depois decrescidas se tornem ladrões e sejam enforcados pela mesma sociedade que os criou. Mostra que foi a própria sociedade acabou criando o monstro que agora a devora.
Rafael cita como alternativa , o sistema penitenciário dos polileritas, onde quando alguém furta, é obrigado a restituir o bem ou o valor do roubo e como pena, presta trabalhos públicos ou é alugado para trabalhos particulares. Castigos...
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