Resumo cidade antiga - livros i e ii

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 10 (2324 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 23 de abril de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
CIDADE ANTIGA
Resumo livros I e II (cap 1 e 2)

Introdução

O livro estuda cidades gregas e romanas, pois ambas tiveram várias instituições comuns e passaram por processos parecidos em suas histórias.
O livro se destina a estudar as diferenças que distinguem as sociedades antigas das modernas. Sempre foi um erro estudar as sociedades antigas comparando-as com os nossos costumes eopiniões.
Um exemplo disso é o conceito de liberdade. Olhar e querer imitar o conceito de liberdade dos antigos vem pondo o dos modernos em perigo. Grécia e Roma são inimitáveis
Por isso, os povos antigos deve ser estudados como estrangeiros, “desinteressadamente”.
E por que isso tudo muda? Porque o homem muda sua forma de pensamento. No passado, sempre houveram interferências religiosasnas leis por exemplo. Graças à importância da família na época, foi criado todo um direito privado. Com o tempo, as velhas crenças mudaram, modificando também toda a forma de pensar. Então, deve-se começar pelo principio, ou seja, pelas antigas crenças.

Livro 1 – Antigas crenças

Capítulo I – Crenças sobre a alma e sobre a morte
As antigas civilizações acreditavam na vida após a morte,mas não como reencarnação ou um paraíso. O homem acreditava que os mortos continuariam a viver sob a terra. A alma não saía do corpo, e que também os mortos continuariam tendo as mesmas necessidades dos vivos. Os homens eram enterrados e os antigos acreditavam que ali os mortos viveriam. Dessa crença primitiva derivou-se a necessidade de uma sepultura, pois se um corpo e alma não fossem sepultados,aquela atormentaria a vida das pessoas. Daí veio a crença de almas do outro mundo. A sepultura era feita exclusivamente para a felicidade do morto.
É por isso que generais que acabaram de ganhar suas batalhas marítimas eram mortos. Os generais, discípulos dos filósofos, tinham uma distinção entre alma e corpo, pensando que não fazia diferença deixar os corpos no mar ou enterrados. Entretanto,os gregos não aceitavam essa ideia, e executavam os generais. Estes eram privados da própria sepultura.
Em Roma, existia a culina (cozinha especial para os mortos). No aniversário de uma grande batalha, os cidadãos iam em grande procissão no lugar onde repousavam os mortos.

Capítulo II – O culto aos mortos
Era dever dos vivos satisfazer as necessidades de fome ou sede dos mortos. Issonão era feito por capricho ou sentimentos, mas sim por obrigação.
Os mortos eram considerados seres sagrados, como deuses, e entre os mortos, não existia nenhum tipo de hierarquia: tantos os bons quanto os maus na vida iriam para o mesmo lugar e sem distinção, porém somente o mau carregaria a maldade que tinha na vida anterior.
Os túmulos eram os templos dessas divindades, com direito atémesmo de um altar para sacrifícios, e as inscrições nos túmulos diziam que um deus estava enterrado ali.
Até hoje os hindus realizam essa prática, isso prova que demora muito tempo para que as crenças humanas se transformem, e que é preciso mais tempo ainda para se modificar práticas exteriores e leis. Também prova que os costumes ocidentais e orientais, antes da divisão entre corpo e alma,eram extremamente parecidos.
Os mortos maus que não recebiam as oferendas atacariam as pessoas e a fertilidade da terra. Os bons que recebiam protegeriam os vivos. Os bons eram chamados de heróis para os gregos e manes para os latinos. Os maus eram chamados de demônios pelos gregos e lares pelos romanos.
A morte foi a primeira religião da humanidade, antes da concepção de qualquer Deus. Foiela que ligou o humano ao sobrenatural.

Capítulo III – O fogo sagrado
Todas as casas tinham um altar. Nele, o fogo deveria estar sempre aceso e só era apagado quando toda a família morresse. “Fogo extinto, Família extinta”.
Esse costume vai até hoje. A religião distinguia até o tipo de madeira que poderia ser queimada. Nenhum objeto deveria ser atirado no fogo, e nenhum ato culposo...
tracking img