Resumo capitulo 4 livro " arquitetura em fim de linha"

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 2 (393 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 29 de março de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
O novo evidentemente é o moderno, e quando este se declina o primeiro se degrada.Desse envelhecimento precoce do novo (o que se tornará ultrapassado e obsoleto pela novidade do próximo estilo), dãonoticia observações como a seguinte de Enzensberger: “ a historia devora sempre com velocidade crescente as obras que ela amadurece”.
Isso quer dizer que a valorização modernista do transitórioacabou transformando o futuro do qual emergia o novo num bem de consumo descartável.
Mas o choque do novo não foi neutralizado pela mudança dos tempos e sim por ter cumprido seu ciclo. O declínio domoderno deveu-se a tendência para uma racionalização absoluta que define a lógica mesma da Aufklarung social. Compreende-se então que arte perdeu sua força de contradição.
Tentemos reconstituir otrajeto da arte moderna até sua dissolução final na pura novidade pós-moderna.
A principal característica da arte na idade moderna é a autonomia. Diz a teoria de Max Weber que ciência, moral e arte, cadauma dotada de uma lógica especifica de validação, constituíram os momentos independentes em que decompôs a razão objetiva da sociedade pré-capitalista.
Portando deve-se à racionalização a emancipaçãoda arte autônoma. Cumprindo seu destino moderno a arte verá sua autonomia se converter em principio de dissolução.
Desde o inicio desse percurso uma tal conversão tem alimentado as promessas dadialética. Hegel foi o primeiro a isolar o fenômeno. Este o caminho que na arte romântica mais avançada estava convertendo os meios de representação em tema objetivo da obra de arte. Constatada areviravolta Hegel passou a acreditar que a arte passaria a girar em falso. O novo na arte cede lugar às inovações da produção. O diagnostico Hegeliano antecipava o choque vanguardista com a instituição daarte.
Arte autônoma é arte separada, enrijecida na positividade como diária Hegel. As relações da arte autônoma não poderiam ser mais ambivalentes com a modernidade que ao mesmo tempo a promovia e...
tracking img