Resumo cap. 1 ler e compreender

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  • Publicado : 10 de setembro de 2012
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Amostra do texto
Koch, I.V e Elias, V.M.
Ler e Compreender os sentidos do texto.

O capítulo I do livro, a autora faz uma análise do processo de leitura, mostrado os vários focos dentro deste processo e enfoca a  importância da leitura em nossa vida, e que devido esta importância, deveríamos tê-la como um hábito.
A autora ressalta ainda que algumas perguntas sempre fazem parte da discussão sobre leitura,como por exemplo: O que ler? Para que ler? E como ler? Assim, a autora inicia o seu pensamento  apresentado a leitura vista sob  três focos distintos: primeiramente o foco no autor , depois o foco sobre o leitor e o foco na interação entre autor-texto-leitor.
No  primeiro,  Koch (2002) relata  que  “à concepção de língua como representação do pensamento corresponde à de sujeito psicológico,individual, dono de sua vontade e de suas ações”.  Assim,  o autor passa a ser o sujeito que é senhor de seu  pensamento  e “que constrói uma representação mental  e deseja que esta seja captada pelo interlocutor da maneira como foi mentalizada”. (Pág. 9). Sob este ponto de vista, o leitor terá apenas que captar as ideias e intenções  do autor, da maneira que esta foi mentalizada, fazendo assim, umpapel passivo.
Desta forma, segundo o autor, a leitura  é entendida como “atividade de captação do autor, sem levar em conta as experiências e os conhecimentos do leitor.” (Pág. 10). De acordo com este foco, apresentado pela autora, todas as atenções estão voltadas apenas para a produção do autor  e das intenções que este teve ao escrever.
O segundo foco está no texto,  onde a autora apresentaa  concepção de que a língua é  uma estrutura e  que o sujeito é determinado e “’Assujeitado’ pelo sistema, caracterizado por uma espécie de ‘não consciência’”. (Pág. 10). Assim, a língua é vista como um código, ou seja, um mero instrumento de comunicação e que o sujeito passa a ser predeterminado pelo sistema.
Olhando sob esta perspectiva, o texto não passa de um produto que deva ser decodificadopor um emissor, ou seja, pelo leitor/ouvinte, desde que este conheça o código utilizado.  A leitura então não exigirá do leitor nada além do que esteja  claramente exposto, não havendo, portanto, a necessidade de reconhecimento das intenções do autor, pois será  bastante o reconhecimento do sentido das palavras e estruturas do texto.
Se o foco passar a ser a interação entreautor-texto-leitor,  passará a haver também uma interação dialógica da língua, em que os sujeitos, tanto autores quanto leitores, passarão a ser vistos como sujeitos ativos, ou seja, que se constroem e são construídos no texto.  Assim, o texto passará a ser o elo entre autor e leitor e assim, possibilitará várias interpretações, somente detectáveis se levarmos em conta, o contexto sociocognitivo.
Depois de descrevercada um destes focos, referentes ao processo de leitura,  a  autora por meio  da análise de uma  tirinha mostra que o leitor tem um importante papel na interação com o texto e que não apenas leva em conta o que está explicitamente sugerido, mas  também o que está implícito, ressaltando que “A leitura é uma atividade na qual se leva em conta as experiências e os conhecimentos do leitor”. (Pág. 11).A ideia de que o leitor precisa apenas dos conhecimentos do código linguístico para conseguir ler e interpretar um texto é substituída pela postura adotada pelos Parâmetros curriculares nacionais, citado pela autora,   de que “A leitura é o processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir de seus objetivos, de seu conhecimento sobre o assunto,sobre o autor, de tudo o que sabe sobre a linguagem etc.” (Pág. 12).
Depois de mostrar que dentro da leitura, o melhor foco esta nesta interação entre autor e leitor, por meio do texto, a autora passa a mostrar que ao nos dispormos a ler alguma coisa, passamos a utilizar algumas estratégias e que estas são necessárias para que a  interação possa acontecer.  Além disto, Koch ainda enfatiza...
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