Resumo - antígona (sófocles)

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  • Publicado : 25 de maio de 2011
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Resumo – Antígona

Personagens (10): Antígona, Ismênia, os velhos tebanos, Creonte, um guarda, Hémon, Tirésias, Eurídice, um enviado e um mensageiro.

Na ágora de Tebas, diante do palácio de Édipo, onde reina agora Creonte

– Édito do rei Creonte proíbe o sepultamento de Polinice, irmão de Antígona e Ismênia. Pena para quem desrespeitar o édito: apedrejamento pelo povo.
– Antígonapropõe-se a violar o édito do rei e sepultar Polinice, mas Ismênia discorda. Esta lembra Antígona da rigidez da pena, da superioridade dos governantes e da inferioridade das mulheres, incapazes de lutarem contra homens.
– Antígona critica prontamente Ismênia, afirmando a superioridade das leis divinas em relação às leis da cidade: “meu crime será louvado, pois o tempo que terei para agradar aos mortos ébem mais longo do que o consagrado aos vivos”. Amor de irmã.

Sai Antígona; Ismênia entra no palácio. Entra o coro, composto de anciãos tebanos, e saúda o sol que nasce

– Os anciãos comemoram a vitória de Tebas contra a tentativa de invasão realizada pelos guerreiros de Argos. Segundo os anciãos, Polinice trouxe os “Argivos”, excitado por discórdias domésticas, às sete portas da cidade(Tebas).
– Os anciãos atribuem a vitória de Tebas a Júpiter e Marte. Comemoram nos templos dos deuses, tendo como guia Baco. Desfecho da batalha: coroação de Creonte.

Entra Creonte, com numeroso séqüito

– Creonte discursa sobre a importância da punição de Polinice, traidor de Tebas que, durante seu exílio, retornou e tentou destruir a cidade pela guerra.
– Criminosos não merecem honrarias, nemsequer enterro, ao passo que heróis, a exemplo de Etéocles, irmão de Polinice, merecem todas as glórias e honrarias.
– O Corifeu concorda com a soberania do governante (Creonte), cujas leis devem ser obedecidas a qualquer custo. “Tu és o senhor, e a ti compete impor a lei que te convier, tanto aos vivos, como aos mortos”.

Entra um pobre homem, um dos guardas encarregados de zelar pelo cadáver dePolinice

– Um guarda, relutante, informa ao rei Creonte que alguém sepultou Polinice e desapareceu, depois de ter depositado terra seca sobre a sepultura, realizando os ritos necessários.
– Há um clima tenso aqui: o Corifeu atribui, inicialmente, o sepultamento de Polinice aos deuses. Creonte refuta de imediato, ao dizer que deuses não intervêm para honrar criminosos, e atribui o ato a algumcidadão insatisfeito com suas leis, que subornou os guardas. O guarda nega.
– Creonte: “não há, para os homens, invenção mais funesta do que o dinheiro. Ele é que corrompe as cidades, afasta os homens de seus lares, seduz e conturba os espíritos mais virtuosos, e os arrasta à prática das mais vergonhosas ações”.

Sai o guarda. Creonte entra no palácio

– O coro: o homem é a maior maravilha danatureza. Controla os animais, aprende costumes moralizados, realiza sempre o ideal a que aspira. Mas não evita a morte.
– O homem, à frente de uma cidade, muita vez se torna indigno e pratica o mal, por confundir as leis da natureza e também as leis divinas às quais jurou obedecer.

Reaparece o guarda, trazendo Antígona, que caminha com a cabeça inclinada

– Antígona fora flagrada pelosguardas no momento em que sepultava Polinice.

Entra Creonte

– O guarda conta ter capturado Antígona ao lado do corpo de Polinice e declara que ela confessou o crime.

Antígona ergue-se, e fita-o de frente, com desassombro

– Creonte pergunta se Antígona conhecia a sua proclamação e ela responde que sim.
– Creonte pergunta: apesar disso, tiveste a audácia de desobedecer a essa determinação?– Resposta de Antígona: “Sim, porque não foi Júpiter que a promulgou; e a Justiça, a deusa que habita com as divindades subterrâneas, jamais estabeleceu tal decreto entre os humanos; nem eu creio que teu édito tenha força bastante para conferir a um mortal o poder de infringir as leis divinas, que nunca foram escritas, mas são irrevogáveis; não existem a partir de ontem, ou de hoje; são...
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