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O Mercado
Rio Grande 1937 – 2011

Cássia Correa Pereira

RESUMO

Em uma sintaxe de relatórios organizados e publicados em um artigo no jornal O Tempo de Rio Grande, datado em 1937, como “Rebuscos – coisas e factos da cidade: O Mercado” encontramos o objeto de pesquisa do artigo que redijo. O espaço histórico a ser desarticulado, entende-se a partir deste Jornal, órgão fundado em 1º dedezembro de 1906, como algumas das informações, datas e passagens, com referenciais anteriores e presentes às mediações das construções, adaptações assim como modificações e reavaliações das instalações do antigo ao atual Mercado Público, a tanto desempenhando o papel de espaço urbano histórico e cultivado em tempos modernos, ainda dentro de alguns círculos das gerações existentes.

Palavras –chaves: Relatórios. Jornal. Artigo. O Tempo. Mercado. Rio Grande.

Aluna Graduação do Curso Artes Visuais – FURG
Bolsista Projeto Ncorpoimagem Instituto Letras e Artes - ILA

1 INTRODUÇÃO

As informações redigidas neste artigo são datadas a partir de 1847, segundo Monteiro¹ quando em relatório expresso do dia 7 de outubro de 1937, no jornal O tempo de Rio Grande, fezem virtude da expansão da cidade, as negociações para a construção de um espaço mercantil, de frutas, verduras e peixes para as famílias e viajantes que se situavam na cidade.
“Jornal O Tempo - Órgão fundado em Rio Grande a 1º de dezembro de 1906, sob a responsabilidade de Paulo Pacheco, Alípio Cadaval e outros, apresenta-se por vezes de maneira mais independente dasorientações do governo federal. Essa independência está obviamente condicionada àqueles momentos em que a censura estava mais arrefecida...”
(http://www.dominiopublico.gov.br)
Entre questões econômicas e políticas de época o Mercado Público conhecido, por vezes como espaço destinado à civilização rio-grandina diversa, construído por ordem em segundomandato do Dr. Saturnino de Souza e Oliveira, foi tratado em sessões, e pautas para suas melhorias
“... aberto até as 22 horas, que as famílias as noites de verão iam comer as deliciosas frutas da ilha dos Marinheiros, nas mezinhas de ferro dos chalets ou nos bancos da praça.”
(Fonte: Monteiro, Antenor de Oliveira. Rebuscos. Jornal O Tempo AnoXXXII. Nº 24, pág. 424)
Com base nos escritos do professor Francisco Neves Alves ², sendo uma das grandes preocupações entre as pertinências a respeito da urbanização da cidade, a construção e mesmo reformas dos prédios públicos, em virtude da expansão demográfica datado entre os anos 50 e 1961 onde teria mediantes empréstimos realizados no Banco Mauá & C³, iniciado as grandesobras
“O relatório da Câmara do dia 7 de outubro de 1847, assim se expressa sobre a construção do primeiro mercado, levantado no mesmo local em que se encontra o atual e que era muito menor que este e foi edificado com dinheiro obtido por meio de ações de 100$000: Este estabelecimento com quanto não esteja ainda pronto, já apresenta algum rendimento para ir amortizando asua divida...”
(Fonte: Monteiro, Antenor de Oliveira. Rebuscos. Jornal O Tempo Ano XXXII. Nº 24, pág. 420)

1. Antenor Monteiro. Cronista e historiador - reuniu um conjunto de artigos que enaltecem a história da cidade do Rio Grande. Projeto de Reformulação da Hemeroteca de artigos de Antenor de Oliveira Monteiro; cronista e historiador. JOSIANE S. DA SILVA – FURG(http://www.mpu.furg.br).
2. Francisco das Neves Alves. Professor e historiador – abordou em seus livros introdutórios e investigativos, a importância da imprensa. Os fins “não somente como fonte de sua própria história, mas também das situações e acontecimentos os mais diversos”, fonte A Pequena Imprensa Rio – Grandina no Século XIX. Editora da FURG.
3. Banco Mauá e Cia. Muito bem sucedido...
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