Resgate historico da politica de assistencia social

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

2 DESENVOLVIMENTO 4

3 CONCLUSÃO 7

REFERÊNCIAS 8



INTRODUÇÃO

Entende-se que o processo do trabalho do Assistente Social é atravessado pela relaçãode interesses que envolvem as classes sociais, tendendo a ser cooptado pela classe hegemônica, reproduzindo interesses contrapostos, que convivem em tensão. Ele participa dos mecanismos de dominação e, ao mesmo tempo, dá respostas às necessidades de sobrevivência da classe que vive do trabalho, reforçando as contradições históricas da sociedade. Assim, entende-se que o processo de trabalho doAssistente Social participa de um movimento que, tanto permite a reprodução da sociedade em classes, como cria possibilidades de sua transformação.
Este movimento que tanto mantém a reprodução da sociedade em classes, como, também, possibilita a transformação dessa realidade é perpassado por projetos societários distintos. Estes são indissociáveis dos projetos profissionais. Nestesentido considera-se que a profissão é atravessada pelas relações de poder, o que dá um caráter político ao trabalho do Assistente Social que considera também os condicionantes histórico-sociais dos contextos nos quais atua o profissional. Desta forma, a profissão se cria e se recria nas relações entre Estado e Sociedade resultante de determinantes macro-sociais que determinam limites epossibilidades ao trabalho do Assistente Social.
A luta dos trabalhadores por seus direitos, cobrando do Estado o seu reconhecimento, faz com que o Estado passe a administrar e gerir o conflito de classe, não mais só via coerção, mas dando resposta à questão social, via prestação de serviços sociais, o que sustenta um mercado de trabalho para o Assistente Social.DESENVOLVIMENTO

A Assistência Social no Brasil tem sua origem histórica baseada na caridade, filantropia e na solidariedade religiosa.
Em 1985 temos em contexto um momento em que se exige do setor assistencial práticas inovadoras para demandas postas pela nova realidade nacional de transição democrática em que o número crescente da população pedia respostas mais ágeis eefetivas de uma política assistencial.
Desde então se discutiu mais intensamente o caminho para se formular uma política publica de assistência social através da inclusão de direitos sociais e, mais especificamente, do direito da seguridade social e nela a garantia à saúde, à assistência e previdência social na Constituição Federal.
A partir das lutas de diversosgrupos e movimentos socias como sindicatos, partidos políticos, trabalhadores da área, intelectuais, profissionais liberais, parcelas da igreja, organizações publicas e privadas entre outros, foi-se discutindo e construindo uma proposta de Lei Orgânica e de Política de Assistência social em favor das pessoas em situação de vulnerabilidade e exclusão.
A Constituição Federal de1988 é o marco legal para a compreensão das transformações e redefinições do perfil histórico da assistência social no país que a qualifica como política de seguridade social - art. 194 da Constituição Federal:
Art. 194. A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos àsaúde, à previdência e à assistência social.
Parágrafo único. Compete ao Poder Público, nos termos da lei, organizar a seguridade social, com base nos seguintes objetivos:
I - universalidade da cobertura e do atendimento;
II - uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços às populações urbanas e rurais;
III -...
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