Resenha

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  • Publicado : 5 de março de 2013
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A família se constitui no primeiro espaço de socialização do indivíduo, na qual adquire regras de comportamento, assimila sistemas de valores e concepções do mundo. Nela as mulheresexercem um papel secundário e submisso ao homem. Sua vida se desenvolve no interior do òikos (casa) onde fia e tece, organizando a vida da casa entre nascimentos, casamentos e mortes,porém sob a chancela e olhares atentos do homem.
A infância é pouco valorizada em toda a cultura grega, vista como uma “idade de passagem, ameaçada por doenças, incerta nos seusfuturos”, como salienta Áries. A criança controlada pelo “medo do pai” que pode reconhecê-la ou abandoná-la, é alvo de poucos investimentos afetivos (CAMBI, 1999).
Esparta e Atenasocupam papel de destaque entre as polis gregas gerando modelos políticos, sociais e culturais distintos entre si, mas que se consolidaram como referência original no desenvolvimento detoda a cultura ocidental.
“Na verdade, toda a sociedade e a educação espartanas estavam voltadas para a guerra”. Nesse sistema educativo, delineado pelo mítico Licurgo, as crianças dosexo masculino, a partir dos sete anos, eram retiradas da família e entregues ao Estado para que este cuidasse de sua educação. Inseridas em escolas-ginásios recebiam até os 16 anosuma formação do tipo militar que deveria favorecer a aquisição da força e da coragem.
Já o modelo ateniense seguia outros padrões educativos.
Havia em Atenas três classes sociaisdistintas entre a população livre: os eupátridas (a aristocracia agrária); os geomores (pequenos proprietários rurais) e os demiurgos (artesãos), que viviam de seu próprio trabalho.
Nosséculos V-IV a.C., “ a cultura grega caracteriza agora pelo papel hegemônico de Atenas entra numa fase de crise e de transformação em paralelo com a profunda mudança da sociedade
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