Resenha

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Resenha do filme E a vida continua.

Saúde Coletiva

Resenha

"E a vida continua"

O filme mostra os primeiros momentos da epidemia da AIDS na históriade um pesquisador e sua luta para isolar o vírus e alertar as autoridades para os perigos da doença.

O filme, sobretudo político, denuncia o descaso das autoridades governamentais diante de umaameaça mortal. Ataca também o comportamento antiético do pesquisador americano Robert Gallo, que disputava com o francês Luc Montagnier a patente na descoberta do retrovírus causador da AIDS.Em1981 quando os primeiros casos de Aids chamaram a atenção das autoridades norte-americanas de Saúde Pública até os dias de hoje, a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida percorreu um longo caminho. Asua história confunde-se com as dúvidas e incertezas os cientistas ficavam em um clima de perplexidade e confusão diante de uma doença que não se conseguia entender ou explicar – o jornalismo científicoe os órgãos de comunicação social colaboraram na construção do discurso que atribuiu à Aids a representação de peste.

As primeiras manifestações da doença em homossexuais criaram caos entre oscientistas e profissionais da área de Saúde Pública.

No filme "E a vida continua" retrata uma grande confusão nos primeiros instantes, quando se cogitou o fechamento das saunas gays de São Francisco,locais que surgiam em todas as pesquisas históricas junto aos pacientes .Contribue muito de forma educativa. Mostra as disputas entre grupos de cientistas americanos e franceses em busca doentendimento e da cura da doença. A Aids, naquela época, era considerada uma doença de homossexuais, e ser portador dela significativa para o paciente duplo castigo: a doença em si, agressiva e mortal, e odefeito de portador de “desvio sexual”.

Assumir publicamente a doença, no caso de homossexuais, era ter que, compulsoriamente, “sair do armário”. A doença também era cruel, por que deixava marcas...
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