Resenha

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  • Publicado : 4 de janeiro de 2013
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RESENHA CRITICA:


PRECISO SABER SE ESTOU INDO BEM






Preciso saber se estou indo bem, de Richard L. Williams, é uma obra que retrata o contexto do feedback e sua importância no cotidiano, tanto na vida pessoal como profissional. De forma clara e fluente, o autor traz a tona o valor real do feedback, tornando claro que é um processo importantíssimo de comunicação, dereconhecimento de desempenho e motivação pessoal.


Em sua obra podemos notar que baseia-se em uma história de uma consultora dando um curso sobre feedback para os gestores de uma empresa e que vai aos poucos introduzindo idéias e teorias sobre o assunto, onde o autor utiliza diálogos e historias entre personagens, e o relato de experiências, que se procede ate o final do livro, passando aoleitor, uma forma exemplificada do que realmente é o feedback e onde ele pode ser estabelecido, relacionado e até que ponto é importante a utilização de tal técnica de comunicação.


Vemos num primeiro momento que o feedback é o que determina, de certa forma, o que as pessoas pensam, sentem, reagem, e entre outras maneiras realizam, e sem dúvida, deixar de dar Feedback, influencia completamenteo ambiente e as pessoas. Concordo completamente quando Richard L. diz que o feedback, pode ser considerado como uma das forças vitais, principalmente da sobrevivência da comunicação, tanto profissional, quanto pessoal.


Verificamos logo depois, a existência de uma relação do feedback em vários ramos de nossas vidas. O interessante deste capítulo, é que o autor mostra o dialogo entreScott e a consultora, por meio de Emails, enquanto em um primeiro momento é dado em uma conversa presencial, o que mostra duas das principais formas de comunicação.


Somos levados a uma reflexão, se realmente estamos dando Feedbacks suficientes, e se o que damos é ou não o correto, e descobrimos que bastam simples gestos como dar bom dia, ou até mesmo um contato pessoal para se estabelecerum feedback por meio da cordialidade.


Richard, faz menções a respeito dos princípios e das dimensões do feedback, que nos fazem compreender melhor a respeito de tais situações, e nos mostra através de um simples exemplo de dinâmica do “Balde do Feedback” que quando deixamos de dar ou de receber Feedback, reagimos de forma diferente porque deixamos de ser compreendidos. E somos levados arepensar novamente, quantos furos existem em nosso balde e quais são os motivos que levaram a estes furos. Porém se formos analisarmos, a maioria dos motivos estaria relacionado com o tipo Feedback que recebemos cotidianamente.


Entram nessa parte os quatros tipos de feedback, que segundo Richard L. são Feedback positivo, corretivo, ofensivo e o insignificante. São tipos de feedback,que se diferenciam na sua forma de dar e receber, e dependendo da forma utilizada pode ser construtivo ou até mesmo destrutivo, apresentando uma relação e resultados diferentes entre eles.


O autor apresenta os significados bastante claros de cada tipo de Feedback, apontando para o Feedback positivo como sendo a atitude de reforçar um comportamento que se deseja repetir em outra pessoa,enquanto ao contrário, o Feedback corretivo é utilizado para modificar o comportamento. Já o feedback insignificante é caracterizado como sendo aquele vago e genérico que a pessoa que o recebe não vê significado nenhum, e por último o Feedback ofensivo que é dado pelo encaixe de todos os outros tipos de Feedback, que dependendo da pessoa que vai recebê-lo vai se comportar. Verificamos que o autornos apresenta uma pequena variedade de feedback, e nos da já num primeiro momento do que se tratam cada um. Quando aplicados os dois primeiros tipos de feedback e não se tem os resultados esperado, podemos partir para outro método, o de impor os limites rígidos.


Contudo ele nos atenta para um ponto importantíssimo, que não pode ser deixado de lado, o Feedback eficiente, uma das técnicas...
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