Resenha

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Universidade Estadual de Feira de Santana
Thayse Gama de Carvalho

Resenha:
Uma introdução ao estudo de psicologia, capitulo 16- Sexualidade

Feira de Santana
2012
BOCK, Ana Mercês Bahia. FURTADO, Odair. TEIXEIRA, Maria De Lourdes Trassi. Psicologias, Uma introdução ao estudo de psicologia, capitulo 16- Sexualidade. São Paulo, 1999. Editor Saraiva, 13ª edição
CREDENCIAIS DOS AUTORES:Ana M. Bahia Bock é doutora em psicologia social pela PUC-SP, professora de psicologia social e educacional da faculdade de psicologia da PUC-SP. Odair Furtado é doutor em psicologia social pela PUC-SP, professor de psicologia social e institucional da faculdade de psicologia da PUC-SP. Maria de Lourdes Trassi Teixeira é psicóloga e psicanalista, supervisora em psicologia institucional dafaculdade de psicologia da PUC-SP e membro do Instituto Sedes Sapientiae- SP.

RESUMO DA OBRA:
O sexo ainda é um tabu muito grande e pouco discutido na sociedade, tanto por medo como por vergonha. E, assim, o sexo fica como um discurso nunca dito. Vemos na televisão, no cinema, lemos nos livros, vemos até mesmo na rua e nada dizemos, nada perguntamos. Namoramos e temos vários receios e dúvidas, maspreferimos não dizer. O controle da reprodução, por exemplo, é de interesse de qualquer jovem que mantenha relacionamento heterossexual. Decidir o grau de intimidade que se permitirá durante o namoro é um momento difícil para o jovem, pois entram aí inúmeros fatores: desejo, fantasia, medo, falta de informação, pressão social do grupo de amigos, pressão da família etc. O crescimento intelectualdecorrente da informação, que demonstre ao jovem a variabilidade de comportamentos e valores, que esclareça sobre a sexualidade, é essencial para a auto-aceitação sem temores e angústias.
UNIDADE DE TEXTO:
Muitas áreas, além da Psicologia, tratam da sexualidade humana: a Biologia e a Medicina dão conta dos seus aspectos anatômicos e fisiológicos; a Antropologia estuda sua evolução cultural; e aSociologia e a História mostram-nos a gênese da repressão do comportamento sexual. Hoje também encontramos uma área específica de estudos da sexualidade, que procura englobar diferentes áreas do conhecimento, conhecida como Sexologia.
Com o homem ocorre um fenômeno diferente. Isso significa que a escolha do parceiro sexual, no caso da nossa espécie, não é feita instintivamente, mas tem um componenteracional que avalia a escolha. Pouca coisa resta no homem de caráter instintivo, e a escolha sexual é feita mais pelo prazer que ela nos dá individualmente do que pela pressão da necessidade de reproduzir a espécie. Isto significa dizer que o prazer passa a ser o dado fundamental para a sexualidade humana. A criança, assim que nasce, está preparada para lutar pela sua sobrevivência. Ela irá sugar oleite materno, auxiliada por um reflexo conhecido como reflexo de sucção. Este reflexo é acompanhado do prazer do contato da mucosa bucal com o seio materno. Parece óbvio pensar que tal função (alimentação), tão fundamental para o recémnascido, não pode ser desagradável, ainda mais sabendo [pg. 232] que o reflexo de sucção logo desaparecerá. Em pouco tempo, a criança aprenderá que o contato doseu próprio dedo com a boca também causa prazer. Neste caso, o prazer não está mais vinculado à finalidade de sobrevivência, mas é apenas o prazer pelo prazer. Freud chama este tipo de prazer de erotismo e considera seu aparecimento como a primeira manifestação da sexualidade.
Para Freud, a busca do prazer é a maneira que temos para dar vazão ao forte impulso sexual que chamamos de libido.Conhecemos as regras sociais que permitem e normatizam tal vazão. Sabemos que em determinado momento da vida a sentimos presente — nesse instante temos consciência da atração sexual por outra pessoa. Entretanto, esse momento não acontece de maneira mágica, mas, como todos os outros fenômenos psicológicos, depende de desenvolvimento e maturação.
A homosexualidade É o processo de identificação invertido...
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