Resenha

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FACULDADE EVANGÉLICATRABALHO AVALIATIVO- Aconselhamento Pastoral       Em 12.04.2012 |

CURSO: Teologia - Integralização Brazlândia
TURMA: 02 Noturno
PROFESSOR: José Roberto A. Loyola
ALUNA: Adriana Castro de Sousa Couto

 




Resenha dos cap. 1-5 do Livro o Aconselhamento Pastoral , Modelo Centrado em Libertação e Crescimento, SãoPaulo, Paulinas, 1987 - CLINEBELL, HOWARD.






ABRIL/2012



No capítulo primeiro o autor Cairns mostra com detalhes, como Deus preparou o mundo para a chegada de Seu Filho, na plenitude dos tempos. Usou três povos, dois que aparentemente não teriam nenhum tipo de influência neste grande acontecimento e o terceiro que já aguardava a vinda de um Messias. Os Romanos,Gregos e os judeus foram feitos pelo Senhor, importantes contribuintes para a vinda de Cristo e para a expansão do Seu Reino.Roma, apesar de ser praticante de idolatrias, teve a participação política e o fato de possuir uma lei universal primava o direito à dignidade do cidadão, e este tinha direito à justiça e à cidadania romana. Tinha a tendência de agrupar homens de diferentes raças numa sóorganização ou a igualdade entre todos, como seria anunciando a seguir pelo cristianismo. Criaram um ótimo sistema de estradas e espalhou soldados por todas elas, deixando assim, o caminho preparado e seguro para os missionários como Paulo que usariam destas vias para levar a Palavra de Deus a todos os povos.     
A participação dos gregos foi responsável por criar um lugar propício à propagação doEvangelho. Devido a sua influência intelectual, sua língua voltou a ser praticada pela maioria, já que, fora usada inclusive para escrever o Novo Testamento. A Grécia foi colaboradora com o cristianismo também por haver destruído as antigas religiões vigentes que, quando comparadas à filosofia grega, eram consideradas ininteligíveis e por isso, logo abandonadas. Sua filosofia chamava a atenção paraa vida transcendental, para uma realidade espiritual e eterna, antes defendida por Platão. Esse pensamento não os conduzia a Deus, mas os preparou para a chegada de um Deus Superior Único.
Quanto aos judeus, eles já eram um povo monoteísta, aguardavam a vinda do Messias, eram praticantes do judaísmo que trazia alguns aspectos em comum com o cristianismo. Não praticavam idolatria desde o regressodo cativeiro babilônico, praticavam a lei moral judaica e valorizava o fato de Deus haver se manifestado a eles através de Abraão e outros homens, conforme lhes fora anunciado através do Velho Testamento. Portanto os judeus foram considerados o berço para o cristianismo, pois, em nenhuma outra época ou região antes da vinda de Cristo, houve tão grande região, sob uma mesma lei e sob um mesmogoverno.
No segundo capítulo o objeto de estudo é focado na historicidade de Cristo. Por mais que em tempos antigos ou nos dias de hoje, haja pessoas que insistem em afirmar que Jesus não era filho de Deus ou que o messias, antes aguardado ainda está por vir, a própria história temporal, se encarrega de comprovar a veracidade da Sua história. São várias as ocasiões em homens de renome na história,independentes de suas crenças, referem-se a Jesus, citando-o através de escritos, como sendo o Filho de Deus e decisivo da história da humanidade. Trata ainda do caráter indiscutível de Cristo e refere-se a Ele com o único ser humano que não tinha nada a esconder. Ele cumpriu o ministério de cuidar das suas ovelhas, com afinco e dedicação, às quais fora enviado. Pouco foi referido à sua vida antes deiniciar seu ministério, a não ser sobre seu nascimento e a aparição aos doze anos de idade, em meio aos doutores, onde demonstrou sua sabedora. Fez alguns retiros, sendo todos eles, com o propósito de confirmar a autoridade sobre o mal, que lhe fora dada pelo Pai. Seus milagres e Seu significado é motivo ainda hoje, de controvérsia entre os racionais e os empiristas, mas a verdade é que, suas...
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