Resenha - o crime do padre amaro

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UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ
IDJ – MULUNGU – CE
LITERATURA PORTUGUESA II

MÁRCIO FERNANDES DE SOUZA

RESENHA SOBRE O FILME O CRIME DO PADRE AMARO

MULUNGU - CE

4 ABRIL DE 2011

5 MÁRCIO FERNANDES DE SOUZA

MÁRCIO FERNANDES DE SOUZA

RESENHA SOBRE O FILME O CRIME DO PADRE AMARO

Resenha apresentada a ProfessoraCristiane Jacaúna Barbosa da disciplina Literatura Portuguesa II, turma 030604, turno férias do curso de Licenciatura Específica em Português

MULUNGU

3 ABRIL DE 2011

SUMÁRIO

01. Bibliografia do filme O Crime do Padre Amaro...............................................03
02. Eça de Queirós....................................................................................................0403. Perspectivas teóricas da Obra............................................................................05
04. Síntese da obra O Crime do Padre Amaro..........................................................06
05. Crítica sobre a obra.............................................................................................07
06.Conclusão............................................................................................................08

UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ
MULUNGU-CE, ABRIL DE 2011

1 FILME O CRIME DO PADRE AMARO

MÁRCIO FERNANDES DE SOUZA

1. BIBLIOGRAFIA DO FILME O CRIME DO PADRE AMARO

QUEIRÓS, Eça, O crime do Padre Amaro, drama, CARREIRA, Carlos,México, 2002

2. EÇA DE QUEIRÓS

José Maria de Eça de Queirós nasceu em 25 de novembro de 1845 em Póvoa de Varzim em Portugal e morreu em 16 de agosto de 1900 em Paris, romancista e contista pertencente ao Romantismo e Realismo, Filho de José Maria Teixeira de Queirós, nascido no Rio de Janeiro em 1820, e de Carolina Augusta Pereira d'Eça, nascida em Monção em 1826. O pai era magistrado,formado em Direito por Coimbra. Foi juiz instrutor do célebre processo de Camilo Castelo Branco, juiz da Relação e do Supremo Tribunal de Lisboa, presidente do Tribunal do Comércio, deputado por Aveiro, fidalgo cavaleiro da Casa Real, par do Reino e do Conselho de Sua Majestade. Foi ainda escritor e poeta.
Em Coimbra, Eça foi amigo de Antero de Quental. Os seus primeiros trabalhos, publicadosavulso na revista "Gazeta de Portugal", foram depois coligidos em livro, publicado postumamente com o título Prosas Bárbaras.
Em 1866, Eça de Queirós terminou a Licenciatura em Direito na Universidade de Coimbra e passou a viver em Lisboa, exercendo a advocacia e o jornalismo. Foi diretor do periódico O Distrito de Évora. Porém continuaria a colaborar esporadicamente em jornais e revistasocasionalmente durante toda a vida. Mais tarde fundaria a Revista de Portugal. Em 1870 ingressou na Administração Pública, sendo nomeado administrador do Conselho de Leiria. Foi enquanto permaneceu nesta cidade, que Eça de Queirós escreveu a sua primeira novela realista, O Crime do Padre Amaro, publicada em 1875. Tendo ingressado na carreira diplomática, em 1873 foi nomeado cônsul de Portugal emHavana. Os anos mais produtivos de sua carreira literária foram passados em Inglaterra, entre 1874 e 1878, durante os quais exerceu o cargo em Newcastle e Bristol. Escreveu então alguns dos seus trabalhos mais importantes, como A Capital, escrito numa prosa hábil, plena de realismo. Manteve a sua atividade jornalística, publicando esporadicamente no Diário de Notícias, em Lisboa, a rubrica Cartas deInglaterra. Mais tarde, em 1888 seria nomeado cônsul em Paris.
Sua obra O crime do padre Amaro é considerado por muitos o melhor romance realista português do século XIX.

3. PERSPECTIVAS TEÓRICAS DA OBRA

O Crime do Padre Amaro é marcado pela força do realismo, estilo literário vivenciado pelo então escritor Eça de Queirós que busca mostrar a real verdade vivenciada pelo...
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