Resenha sobre maquiavel

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MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe (revisto por Flávio Flório e Aurélia Carrilho Moroni) Trad. Livio Xavier – Bauru, SP: Edipro, 2ª ed., 1ª reimp., 2001 (série Clássicos). 135p.





O autor Nicolau Maquiavel é Italiano de Florença, descendente da nobreza toscana filho de advogado, desempenhou cargos públicos desde os menos significativos até o mais alto cargo o de 2º Chanceler de Florença,acreditava na necessidade da Justiça e das armas como garantia dos Estados e Governantes, levando-o a envolver-se nas questões florentianas relacionadas com as cidades vizinhas, fez várias viagens diplomáticas, onde conheceu grandes personagens da época. Como escritor publicou entre outras obras “A Mandrágora”, “A arte da Guerra”, “Comentário sobre a Primeira Década de Tito Lívio”.

O escrito sedesdobra em 26 capítulos, sendo o livro uma obra de orientação prática de algumas ações políticas que os príncipes devem fazer para conquistar e se manter no poder.

Primeiro capítulo, “Espécies de Principados e como são instituídos” (p.13), apresenta dois tipos de principados o hereditário e o adquirido, e aponta as duas formas de como o governante chega ao poder sendo uma pela virtude e outrapela fortuna.

Segundo capítulo, “Os Principados Hereditárias” (p.15-16), afirma que o principado hereditário é o mais fácil de se manter, bastando não abandonar a prática dos seus antecessores, pois o se o príncipe não tiver defeitos extraordinários que o façam odiado, será naturalmente bem quisto.

Terceiro capítulo, “Dos Principados Mistos” (p. 17-24), o autor apresenta qual o método que opríncipe deve usar para conquistar um Estado. A primeira ação que o príncipe deve tomar é eliminar a linhagem do principado anterior, a segunda ação é não mudar os costumes do povo conquistado e a terceira ação é fixar sua resistência no local conquistado, além do conquistador deve se afastar abater os poderosos ou levando-os a pobreza de modo a não representar uma ameaça, pois estes podem conspirarfuturamente contra o governante.

Quarto capítulo, “Porque razão o Reino de Dário, que Alexandre havia ocupado, não se rebelou contra seus sucessores após a morte de Alexandre” (p.25-28) Segundo Maquiavel existem duas formas de governo do principado pelas quais não houve a rebelião: a primeira é que o príncipe com o seu ministro tem maior poder para governar, e a segunda forma de governo é opríncipe governando junto com nobres com títulos não dado pelos soberanos, mas pela nobreza de sangue.

Quinto capítulo, “Da maneira de conservar Cidades ou Principados que, antes da Ocupação, se regiam por Leis Próprias” (p. 29-30), Segundo Maquiavel, existem três maneiras de manter a posse de Estados habituados a reger-se por Leis próprias e em liberdade: a primeira é destruí-los; a segundatransferir a residência do soberano para o local conquistado, e a terceira é deixar o povo viver na sua antiga lei cobrando somente impostos.

Sexto capítulo, “Dos Principados Novos que se Conquistam Pelas Armas e Nobremente” (p.31-34), apresenta exemplos de alguns conquistadores que chegaram ao poder pelo valor, e não pela fortuna. Citando o exemplo de Moíses, Ciro, Rômulo e Teseu, que tornaram-seGovernantes pelas suas virtudes que lhe deram o conhecimento das oportunidades, sim também, pela ocasião favorável.

Sétimo capítulo, “Dos Principados Novos que se conquistam com Armas e Virtudes de Outrem” (p. 35-42), diz que aqueles que conseguem o poder pela fortuna devem preparar-se para manter o principado, pois, não tem bases fundadas anteriormente para manter-se no poder.

Oitavocapítulo, “Dos que Alcançaram o Principado pelo Crime” (p. 43-47), Maquiavel cita alguns exemplos de como algumas pessoas chegaram ao poder pelos crimes, e afirma que se o soberano que se mantem no poder deve sempre moderar a sua forma bruta usando-a de maneira racional.

Nono capítulo, “Como de Devem Medir as Forças de Todos os Principados” (p.49-52), apresenta um exemplo de um príncipe que chega...
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