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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ
CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS

OS DINOSAUROS DE HENNIG: A IMPORTÂNCIA O MONOFILETISMO PARA A SISTEMÁTICA BIOLOGICA
- RESENHA

MACAPÁ
2012
PLINIO QUARESMA FONSECA

OS DINOSAUROS DE HENNIG: A IMPORTÂNCIA O MONOFILETISMO PARA A SISTEMÁTICA BIOLOGICA
- RESENHA

Resenha apresentada à Universidade Federal do Amapá - UNIFAP, com vista àavaliação parcial na disciplina Aspectos do Meio Biotico, do Curso de Bacharelado em Ciências Ambientais, sob a orientação do Professor Arialdo.

MACAPÁ
2012
Santos, Charles Morphy Dias dos. Os dinossauros de Hennig: sobre a importância do monofiletismo para a sistemática biológica. São Paulo, Scientiæ Zudia, v. 6, n. 2, p. 179-200, 2008
O autor do artigo Charles Morphy Dias dos Santos possui graduaçãoem Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (2001), mestrado em Ciências (Área: Entomologia) pela Universidade de São Paulo (2003) e doutorado em Ciências (Área: Entomologia) pela Universidade de São Paulo (2008). Professor de Zoologia de Invertebrados da UNESP, campus de Jaboticabal. Experiência na área de Zoologia, com ênfase em Taxonomia dos Grupos Recentes, atuando principalmentenos seguintes temas: evolução, sistemática filogenética com ênfase em Tabanomorpha (Diptera), biogeografia cladística e filosofia da ciência.
O artigo foi escrito em três capítulos: De Platão à teoria evolutiva, A sistemática moderna, A sistemática filogenética. Onde ele explica a evolução da sistemática na biologia e seus principais dilemas.
No primeiro capitulo o autor inicia uma explicação decomo foi o processo de desenvolvimento da sistemática na biologia através dos séculos, e seus principais contribuintes para sua construção, desde Plantão ate Darwin. Ele começa com Plantão que queria que o conhecimento inato devesse ser nomeado e reconhecido. Depois com Aristóteles que priorizava a observação e a experiência, e que também criou o sistema de classificação dicotômicas. O autor seguena Idade Media com a teoria de que tudo foi projetados por Deus, e para ele. Ele fala de Carolus Linnaeus que elaborou o sistema de binominal, seu Systema naturae. Posteriormente Erasmus Darwin com a teoria do desenvolvimento orgânico, Georges Leclerc que em parte de sua obra propôs a degeneração das espécies, e depois Jean-Baptiste de Lamarck com sua teoria que as espécies sofriam alterações como passar das gerações, pela lei do uso e desuso e da herança tênue, propuseram as primeiras idéias transformistas. Depois o autor fala da teoria da evolução via seleção natural de Alfred Wallace e Charles Darwin onde permitiu que Ernest Haeckel fosse um dos pioneiros na construção de arvores filogenéticas baseadas na comparação com similaridades compartilhadas, criador do termo “filogenia”. O atortermina o primeiro capitulo com o dilema da impossibilidade da época em criar um método robusto que possibilitasse a reconstrução das relações de parentesco e a delimitação de grupos naturais realmente ancoradas no evolucionismo.
No segundo capitulo o autor o inicia falando que a partir de 1936, geneticistas, paleontólogos e naturalistas uniram as idéias correntes do período em um amplo programade pesquisa, que ficou conhecido como “síntese da teoria evolutiva” ou “teoria sintética da evolução”, onde a ramificação na sistemática da teoria sintética da evolução deu origem ao que hoje se chama taxonomia clássica ou evolutiva. No qual, um taxonomista “evolutivo” ou “clássico” deveria construir cenários elaborados sobre a evolução de determinado grupo e esse cenário serviria para aconstrução de sistemas classificatórios. Só que eles baseavam-se muito mais na autoridade de um pesquisador sobre determinada área do que em um método passível de repetição, em outras palavras, não havia um método e as chamadas árvores evolutivas da taxonomia clássica são apenas asserções sem fundamentação metodológica adequada. Poucos anos depois, no final da década de 1950, alguns auto-intitulados...
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