Resenha economia

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RESENHA CRÍTICA













Como reagir à Crise?
















Políticas Econômicas para o Brasil



































































Índice










1 - Cenários e Avaliações Gerais




2 – PolíticasMacroeconômicas




3 – Política Monetária, Liquidez e Crédito




4 – Política Cambial




5 – Sistema Financeiro

















































Moura, Alkimar R., Resende, André Lara, Bittencourt Neto, Antônio de Pádua, Pinheiro, Armando Castelar, Fraga Neto, Arminio, Parnes, Beny, Gleizer, DanielL., Carneiro, Dionísio Dias, Bacha, Edmar L., Fucs, Flávio, Lopes, Francisco L., Franco, Gustavo H. B., Goldfajn, Ilan, Tourinho, João Cesar, De Bolle, Mônica Baumgarten, Malan, Pedro, Heck, Sylvio, Wajnberg, Tâmara, Messa, Theodoro, Wu, Thomas

Como reagir à crise? Políticas econômicas para o Brasil. 1ª versão. Rio de Janeiro. IEPE/CdG, 2011.Cenários e Avaliações Gerais




Desde setembro de 2008, a economia mundial enfrenta a maior crise que se tem notícias e o Brasil também é afetado por ela. É difícil de prever a intensidade de uma recessão quando ela inda não terminou. Sobre a profundidade e tempo de duração da crise e como se dará o percurso darecuperação após o seu término depende de uma interação difícil de prevê. Está sujeita às respostas dos investidores e dos consumidores e das políticas adotadas para combatê-la. O mais importante é a capacidade brasileira de enfrentar e responder apropriadamente a esse momento de tensão econômica, como também encarar os riscos e aproveitar as oportunidades futuras impostas pela crise.Utilizando-se de um indicador de produção industrial, verifica-se que a crise teve início nos Estados Unidos e sugere-se que a crise de 1929 teve idêntica origem da atual. Ou seja, “grave crise no sistema financeiro”. Nas recessões enfrentadas pelos Estados Unidos, foi possível aproveitar as experiências anteriores para o controle da crise atual e desenvolvimento deestratégias monetárias e fiscais. Os quatro mecanismos principais para a crise americana foram: contratação de crédito, devido à fragilidade no sistema financeiro; “destruição de riqueza”, derivada das quedas de preços e ações e especulação imobiliária; baixas expectativas em relação ao desenvolvimento econômico para as pessoas físicas e jurídicas e finalmente, “redução das exportações e do comérciomundial”. Para o Brasil, estimou-se um sistema bancário mais seletivo, ausência de especulação imobiliária e impacto pela queda na bolsa de valores mais direcionado aos investidores estrangeiros e redução de estoques industriais. Para reduzir o impacto da crise no Brasil, no bloco macro-econômico, o regime de câmbio flutuante atrelado aos sistemas de metas de inflação e à lei de responsabilidadefiscal, são ferramentas valiosas para a nação sobreviver à recessão atual sem sofrer grandes prejuízos. A consolidação do regime de metas de inflação como mecanismo confiável de formação de expectativa de preços; a atuação correta do Banco Central do Brasil em permitir o ajuste da taxa de câmbio ao novo contexto econômico global, e a redução dos juros a um nível “civilizado”, são pontos cruciais. Apolítica macroeconômica recomendada para o Brasil em um cenário de retorno ao crescimento, dever ser melhor adequada e respeitar a política fiscal. Um maior controle da inflação, como já foi mencionado, aliado à austeridade nos gastos públicos, conduz a economia brasileira a um processo de crescimento sustentável. No bloco social, somente um ensino de qualidade pode capacitar o país para a...
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